Trevo da BR-392/RS (Uglione) tem alteração de trânsito em Santa Maria

A Superintendência Regional do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT/RS), por meio da Unidade Local de Santa Maria-RS, informa que desde a tarde desta quinta-feira (28/02) ocorrem intervenções junto ao trevo da BR-392/RS (Uglione). O trânsito sentido Uglione-Urlândia opera com desvio. Após a rotatória da Uglione, o fluxo está desviado para a nova pista … Leia Mais


Assista agora: Beijo roubado pode resultar em prisão

O carnaval de 2019 está aí, e com ele o samba e a folia espalhados pelos blocos que ganham as ruas do país. Um ato muito comum durante as festividades é o beijo roubado. Mas muitos não sabem que é um tipo de crime, com pena prevista no Código Penal. Este é o primeiro Carnaval … Leia Mais




UFSM participa do desenvolvimento de novo método nacional de dimensionamento de pavimentos


Reportagem: Luan Moraes Romero Edição: Luciane Treulieb Fotografia: Rafael Happke

Quem pega o ônibus da linha Universidade – Faixa Velha em direção à UFSM não sabe, mas cruza todos os dias por um dos quatro trechos de pavimentos asfálticos que são monitorados pelo Grupo de Estudos e Pesquisa em Pavimentação e Segurança Viária (GEPPASV) da UFSM. Esse monitoramento, que acontece periodicamente, consiste na coleta dados para o desenvolvimento de pesquisas que levaram ao Novo método nacional de dimensionamento de pavimentos. A nova metodologia, que foi desenvolvida por meio de uma parceria entre o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), a Coppe (Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia) e a Rede Temática de Asfaltos (da qual a UFSM faz parte), atualizou os procedimentos adotados no Brasil desde metade do século passado.

O novo método nacional de dimensionamento de pavimentos

O primeiro método de dimensionamento do pavimento asfáltico brasileiro, e que vinha sendo utilizado, foi idealizado pelo engenheiro Murillo Lopes de Souza e implementado na década de 1960. Para o professor do departamento de Transporte e um dos pesquisadores e coordenadores do GEPPASV Luciano Specht, o método na época foi revolucionário, contudo, ficou obsoleto. Tanto o volume de caminhões que circulam pelas rodovias quanto a capacidade em massa transportada aumentaram. “Se uma caixa d’água projetada em 1965 funcionaria nos dias atuais, pois a carga suportada por ela não mudou, o mesmo não acontece com as rodovias” argumenta Specht.

Com essa defasagem, em meados dos anos 2000, a Petrobrás passou a articular parcerias com universidades federais para que, através de pesquisas científicas, fosse possível efetuar a atualização do modelo de dimensionamento asfáltico. “A preocupação da Petrobras na época era de que se o pavimento não fosse bem dimensionado, ele iria estragar mais cedo.” ressalta Specht. Assim, o desenvolvimento de uma nova metodologia traria economia nos custos com os asfaltos no país.

Amostra de asfalto em aparelho que testa a resistência da mistura asfáltica. A amostra é prensada para verificar deformação ou fissura.

Da aproximação com as universidades, a Rede de Tecnologia em Asfalto foi criada. “Para se fazer um método de dimensionamento de pavimentos, é preciso de uma série de pressupostos, de ensaios de materiais, de dimensionamento, de cálculos matemáticos e precisa também de uma calibração de campo.” diz Specht. Na época, a primeira medida tomada foi a compra de máquinas e instrumentos para que assim, as pesquisas pudessem ter início. A UFSM passou a integrar a rede a partir desses primeiros estágios.

Após o investimento em infraestrutura, as universidades passaram a implantar os trechos de pavimentos asfálticos para calibração. “Cada trecho possui em torno de 300 metros, os quais monitoramos semestralmente para coleta de dados” fala Specht. Em Santa Maria, além do trecho da avenida Roraima, há dois trechos na faixa velha e outro na avenida Hélvio Basso. O monitoramento periódico desses trechos é importante para a coleta de dados sobre como os pavimentos vão se degradando ao longo do tempo. Essas informações são armazenadas e alimentam um software que, a partir de determinados parâmetros, faz as modelagens estatísticas, das quais é possível tomar decisões de manutenção do asfalto.

O novo método, chamado de Medina, em homenagem ao engenheiro Jacques de Medina, um dos pioneiros na pesquisa da mecânica dos pavimentos no Brasil, leva em consideração os afundamentos em trilhas de roda- parâmetro já utilizado no método anterior. A novidade é que agora também são levadas em conta as trincas (pequenas aberturas) formadas pela fadiga da camada asfáltica.

O desenvolvimento científico gerado

Para chegar a uma atualização da metodologia, foram anos de pesquisa. “Tudo isso faz parte de um monitoramento. De seis em seis meses, nós fizemos um check-up completo do pavimento, como se fosse um exame de saúde. A gente pega esses dados, organiza e manda para a Petrobrás. Eles sistematizam as informações, para calibrar o novo método”, comenta Specht.

E as pesquisas não devem parar. Os alunos de mestrado e doutorado ligados ao GEPPASV continuam trabalhando na coleta dos dados dos trechos monitorados em Santa Maria, como também desenvolvem investigações que visam a atualização no médio e longo prazo do Medina, e de como o país irá gerir os pavimentos asfálticos.

A engenheira civil e mestranda Debora Tanise Bordin atua no monitoramento dos trechos em Santa Maria para a montagem de um banco de dados, com diferentes parâmetros, como a quantidade de trincas (pequenas aberturas no asfalto) e tráfego. Essas informações são analisadas em ensaios comparativos para que se possa estabelecer modelagens estatísticas que indicam os níveis de degradação do asfalto.

Da esquerda para a direita: Débora, Lucas e Bethania, pesquisadores do GEPPASV

Já o doutorando Lucas Dotto Bueno, também engenheiro civil, investiga modelos de previsão de irregularidade do pavimento. “A irregularidade é um indicador de conforto do usuário. quando você está em um carro andando na rodovia e sente muita trepidação, significa que aquela rodovia está muito irregular”, explica Lucas. Esse indicador deve passar a integrar os contratos de concessão para o cuidado dos pavimentos.

A engenheira civil e mestranda Bethania Machado Correa investiga o que vem a ser o futuro na gestão dos pavimentos – a reciclagem do asfalto. De maneira mais específica, seus estudos enfocam o comportamento mecânico de misturas asfálticas feitas a partir de asfalto reciclado, ou seja, como diferentes misturas se comportam sob a ações mecânicas, como por exemplo, o impacto do trânsito no asfalto.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Número de mortos confirmados em Brumadinho sobe para 142


O número de mortos confirmados em decorrência da tragédia do rompimento da barragem da Vale em Brumadinho (MG) subiu para 142. Destes, 122 foram identificados e 20 estão sem reconhecimento. As informações foram atualizadas pela Defesa Civil de Minas Gerais no fim da tarde de hoje (5).

Segundo o boletim do órgão, ainda há 194 desaparecidos, sendo 61 da listagem da Vale e 133 de trabalhadores terceirizados ou pessoas da comunidade. Já os localizados totalizam 392, sendo 223 da lista da mineradora e 169 terceirizados ou da comunidade.

No balanço divulgado ontem (4), haviam sido registrados 134 pessoas mortas na tragédia, 199 desaparecidas e 394 localizadas.

Os dados da Defesa Civil atualizam também desabrigados e hospitalizados. No primeiro grupo encontram-se 103 pessoas, que foram deslocadas para alojamentos temporários, como hoteis. Entre as pessoas em tratamento em hospitais restam três vítimas.

Soltura de presos

Hoje o Superior Tribunal de Justiça decidiu pela soltura de cinco pessoas presas no dia 29 de janeiro acusadas de envolvimento na tragédia. Entre elas estavam engenheiros, geólogos e outros técnicos da Vale e da empresa que assinou laudo assegurando as condições de segurança da barragem.

Fonte: Por Jonas Valente – Repórter da Agência Brasil  Foto Reuters/Adriano Machado/Direitos Reservados


RS alerta profissionais da área médica e a população sobre os riscos da onda de calor


No ápice da onda de calor que atinge o Rio Grande do Sul desde a semana passada, a temperatura chegou próxima dos 40°C. 

O calor excessivo tem tornado a vida dos castilhense muito difíceis e a trégua do calor ainda não ocorrerá nas próximas horas, segundo prognóstico de vários institutos de metereologia.

Júlio de Castilhos, na ultima quarta  (30) e quinta Feira (31), registrou a sensação térmica em torno 47°C.

Vigilância em Saúde alerta profissionais da área médica e a população sobre os riscos da onda de calor no RS

A Secretaria da Saúde (SES), por meio do Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs), alerta os profissionais da área médica e a população sobre os riscos da onda de calor. A ocorrência de períodos com temperaturas muito elevadas, inclusive durante a noite, pode causar problemas de saúde, especialmente em pessoas em condições mais vulneráveis, como idosos, crianças e doentes crônicos.

As recomendações são dirigidas à população em geral, cuidadores, familiares de idosos e profissionais de saúde que atendam à população idosa (em hospitais, clínicas, casas de repouso e instituições de longa permanência), assim como pais, responsáveis, cuidadores e profissionais que atendam crianças (creches, escolas).

É importante nesse período de forte calor que a pessoa se proteja evitando a exposição ao sol, principalmente das 10h às 16h. Deve-se sempre aplicar protetor solar. O uso de chapéu e óculos escuros (especialmente para pessoas de pele clara), e roupas soltas (de preferência de algodão) também ajudam.

Outro cuidado significativo é com a hidratação e alimentação, devendo haver um maior consumo de água (ou sucos de frutas naturais, sem adição de açúcar), mesmo sem ter sede, além de refeições leves, pouco condimentadas e mais frequentes. “Recém-nascidos, crianças, idosos e pessoas doentes não sentem tanta sede ou indicam que estão com sede, podendo levar a desidratação. Por isso deve-se oferecer a elas água ou suco seguidamente”, ressalta a chefe da Divisão de Vigilância Epidemiológica do Cevs, Tani Ranieri.

Principais impactos sobre a saúde

Uma das consequências do calor sobre o corpo humano é o que se chama de stress térmico, que pode resultar em temperatura corporal acima de 40° C, perda completa ou parcial de consciência e/ou capacidade mental reduzida. O quadro clássico é acompanhado de pouca ou nenhuma transpiração, geralmente ocorrendo em crianças, pessoas com doenças crônicas e idosos.

Já a exaustão pelo calor é causada pela perda excessiva de água e sal. Os sintomas podem incluir a transpiração, fraqueza, tonturas, náuseas, dor de cabeça, câimbras musculares e diarreia. A perda de água, através do suor, e a diminuição da pressão do sangue devido ao acúmulo de sangue nas pernas podem gerar ainda desmaios (ou síncopes).

Mais informações estão disponíveis aqui.

Texto: Ascom SES/RS Edição Alcir61 Fotos ilustrativa


Eclipse lunar total em 20 – 21 de janeiro e Super Lua em 21 de janeiro


No final da noite do dia 20 de janeiro e no começo da madrugada de 21 de janeiro um eclipse lunar total poderá ser observado em todo o Brasil desde que as condições meteorológicas permitam.

Um eclipse lunar ocorre quando a Lua, na fase cheia, adentra na sombra que a Terra produz no espaço. O eclipse total da Lua ocorre em diversas etapas. Inicialmente ocorre um eclipse penumbral, seguido por um eclipse parcial – quando a Lua parece estar “mordida”, e, posteriormente, pelo eclipse lunar total propriamente dito, a fase da totalidade, quando a Lua fica totalmente encoberta pela sombra da Terra. Após um determinado tempo ocorre um novo eclipse parcial – quando a Lua parece estar “mordida” do lado oposto ao do primeiro eclipse parcial, e, finalmente, um outro eclipse penumbral.

Porém, o eclipse penumbral não é observável para a população, já que, nessa etapa a Lua apenas diminui o seu brilho. A expectativa de observar um eclipse penumbral pode criar frustração. Verifiquei isso quando organizava eventos públicos de observação de eclipses lunares.  Embora o eclipse penumbral seja uma das etapas de um eclipse lunar, muitos sítios internacionais de divulgação de Astronomia já não costumam citar o horário em que este ocorre preferindo mencionar apenas o eclipse lunar a partir do início do primeiro eclipse parcial até o final do segundo eclipse lunar parcial. Se algum observador notar alguma sombra ou escuridão na Lua durante o eclipse penumbral, pode ter certeza que serão nuvens, comuns nesta época do ano, e não uma escuridão relacionada ao eclipse.

Esse eclipse lunar acontecerá durante a vigência do horário de verão. Como diversos estados não aderiram ao mesmo, há que se atentar ao horário local desse evento.

Para os residentes no Acre e algumas cidades do oeste do Amazonas tais como Atalaia do Norte e Benjamin Constant – entre outras que seguem o fuso horário do Acre – a parte visível do eclipse, ou, o primeiro eclipse parcial, começará às 22h33 do dia 20 e, às 23h41 iniciará a fase da totalidade – ou o eclipse total da Lua propriamente dito – quando a Lua fica completamente dentro da parte mais escura da sombra que a Terra produz, denominada umbra.  O máximo da totalidade acontecerá à 0h12 do dia 21 de janeiro, quando a Lua encontrar-se -á mais próxima do centro da sombra da Terra. A totalidade terminará à 0h43 e, logo após, começará o segundo eclipse parcial que terminará à 1h50. Nesse horário terminará a parte visível do eclipse lunar.

Para quem se interessar, nessa região o primeiro eclipse penumbral começará
às 21h36 do dia 20 e terminará quando começar o primeiro eclipse parcial,
22h33 desse dia. O segundo eclipse penumbral começará logo após o segundo
eclipse parcial e terminará às 2h48 do dia 21. Por opção, no texto que se
segue só será divulgado o horário em que o público poderá visualizar o
eclipse lunar. Os interessados no eclipse penumbral deverão acrescentar uma
hora a mais para o horário acima descrito em cada um dos parágrafos abaixo.
A margem de erro de todos os horários citados é de, mais ou menos, um
minuto.

Os habitantes do Amazonas, exceto os municípios desse estado que seguem o horário do Acre, os de Rondônia e os de Roraima observarão o primeiro eclipse parcial a partir das 23h33 do dia 20 até  à 0h41 do dia 21, quando começará a totalidade, que terá o  seu máximo à1h12 do dia 21. A totalidade findará à 1h43. Logo após, começará o segundo eclipse parcial que terminará às 2h50.

Para os moradores de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Amapá, Pará, Tocantins e todo o nordeste (Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe), o primeiro eclipse parcial começará à 0h33 do dia 21 até à 1h41, quando começará a totalidade, ou, o eclipse total da Lua, cujo máximo ocorrerá às 2h12. A fase da totalidade terminará às 2h43, seguida pelo segundo eclipse parcial que terminará às 3h50m.

Os que têm domicílio no Distrito Federal, em Goiás, e, nas regiões sudeste (Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo), e sul do Brasil (Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina), observarão o primeiro eclipse parcial   à 1h33 do dia 21 até às 2h41, quando iniciará a totalidade, que alcançará o máximo às 3h12. A totalidade, ou o eclipse total da Lua terminará às 3h43, seguida pelo segundo eclipse parcial que findará às 4h50m.

É interessante ressaltar que durante esse eclipse a Lua estará se aproximando do perigeu, que é o local da órbita da Lua em que ela fica mais próxima à Terra.  O nosso satélite alcançará o perigeu aproximadamente às 18h (19:59 UTC) no horário de Brasília, então, em 21 de Janeiro haverá uma Super Lua, que é observada maior pelo fato da Lua estar mais próxima ao nosso planeta. Por uma questão de ilusão de ótica a Lua parece maior quando está próxima ao horizonte e, por isso a Super Lua será melhor observada quando estiver se levantando no final da tarde do dia 21. Porém, a Lua já estará esplendorosa na madrugada do dia 21, mais uma vez, se as condições climáticas permitirem.

Ultimamente tem-se denominado um eclipse lunar total como “Lua de Sangue”.  Alguns justificam o nome utilizado porque a Lua fica vermelha, da cor de sangue.  A verdade é que, no máximo, a Lua fica avermelhada, e, dependendo da composição da atmosfera no dia do eclipse lunar total, a Lua pode ficar alaranjada, ou amarronzada, por exemplo.

Aparentemente o nome “Lua de Sangue” tem sido usado para despertar mais interesse popular sobre a matéria. Porém, há o outro lado da questão.  Pessoas simples e muito religiosas ficaram temerosas de observar a última “Lua de Sangue” – tratada como tal por diversos veículos de comunicação – em 27 de julho de 2018 que, para a maioria dos brasileiros, foi apenas um eclipse lunar parcial.  Uma pessoa muito simples disse-me que não iria observar uma coisa do “demônio”, e que, essa “lua de sangue”  existiria por causa do comportamento da humanidade.  A sua igreja havia proibido os fiéis de observarem o evento!

A expressão “Lua de Sangue” foi usada inicialmente por dois pastores John Hagee e Mark Biltz   que fizeram previsões apocalípticas para o último eclipse de uma sequência de quatro eclipses lunares totais que ocorreram num intervalo de seis meses entre cada um deles –  denominado  tetrada lunar –  nos anos de 2014 e 2015. Naturalmente, as suas previsões falharam. E, a próxima tetrada lunar só acontecerá nos anos de 2032 e 2033. Portanto, o eclipse lunar total de janeiro de 2019 não será uma “Lua de Sangue”, assim como não o foi o “eclipse do século” de 2018.

Um eclipse lunar total é um evento bonito, corriqueiro em Astronomia, não causa mal algum à visão, pode ser observado a olho nu, e não traz nenhum malefício à população.

Fonte.  por Telma Cenira Couto da Silva 

Doutora em Astronomia (IAG – USP) e professora aposentada da UFMT


Canal adulto está com sinal permanentemente aberto no satélite da SKY


O satélite Intelsat 11, também conhecido como satélite da Sky – recentemente houve a adição do satélite Sky Brasil 1 na mesma posição orbital -, recebeu no final do ano de 2018, a adição de um canal adulto que, segundo informações enviadas por um seguidor do GPS.Pezquiza.com, estará com o sinal permanentemente aberto.

O canal não é explicito, e pelo que eu entendi pesquisando algumas informações aqui sobre ele, a ideia é ser uma vitrine onde moças mostram seus atrativos em busca de contatos pagos através de WhatsApp e do site do canal, onde aí sim, pagando, o cliente poderá obter vídeos ousados gravados ao vivo pela moça que foi contratada.

Ele é um canal do leste europeu, mas as informações sobre o canal dão conta de que já houve sociedade com brasileiros, que inclusive já foi um canal ofertado anteriormente para o Brasil, sociedade esta que pode ter retornado, já que o canal está de volta na parabólica em Banda C.

É um canal que iniciou suas atividades com imagens de cunho erótico mas sem nudez, mas que posteriormente acrescentou momentos de nudez em sua programação, com comportamentos que geraram protestos de uma parcela da população europeia naqueles locais onde o canal pode ser captado, também de forma aberta.

Sei que um canal deste tipo é desejo de muitos que utilizam parabólica mas também será o terror de outro tanto que por ventura esteja captando a Banda C do Intelsat 11, posição orbital 43W, já que basta uma busca cega para ter liberado esse canal adulto em seu receptor de tv.

O canal, SexySat, está no transponder 4185 com polarização horizontal. As imagens são em qualidade SD e se assemelham a um Shoptime de conteúdo adulto.

Uma última informação passada pelo nosso seguidor, mas que eu ainda não consegui confirmar, dá conta de que o SexySat será acrescentando no pacote da Oi TV Livre… Será?

 

Texto por Richard Lima Imagem meramente ilustrativa reprodução redes sociais