Fim de semana terá Lua de Sangue “triplamente especial”

Um belo e raro fenômeno enfeitará o céu entre a noite deste domingo (15), a partir das 23h27, e o início da madrugada de segunda-feira (16). Será uma Lua de Sangue “triplamente especial para o Brasil”, afirmou a astrônoma Josina Nascimento, do Observatório Nacional. A melhor notícia é que o evento celeste será bem visível … Leia Mais


27º óbito por dengue é confirmado no Estado

A atualização de casos e óbitos de dengue no Rio Grande do Sul pela Secretaria da Saúde (SES) trouxe nesta quinta-feira (12) a informação de mais uma morte em virtude da doença. Com essa, chegam a 27 os óbitos no ano. As apurações dos dados ocorrem diariamente, após às 16 horas, no painel de arboviroses (doenças … Leia Mais


Mortes por dengue este ano no RS chegam a 26

– Foto: Fiocruz Imagens A Secretaria da Saúde (SES) confirmou a ocorrência de mais 11 óbitos por dengue no Estado neste ano. O total, com esses, chega a 26 mortes pela doença. Mais de 21 mil casos ocorridos dentro do RS (chamados de autóctones) já foram confirmados. Esses são os maiores números de casos e óbitos … Leia Mais


Réplica da Tocha Olímpica, instalada no viaduto da Gare, vai ser restaurada pela Prefeitura de Santa Maria


Em uma ação da Secretaria de Esporte e Lazer, em parceria com a Secretaria de Meio Ambiente, servidores retiraram a réplica da Tocha Olímpica do alto do viaduto da Gare na manhã desta segunda-feira (9). O motivo é que a estrutura, instalada em 2016, vai passar por restauração. 

O secretário de esporte e lazer Gilvan Ribeiro explica que a tocha sofreu danos em função do tempo e precisa ser restaurada. A Prefeitura estuda onde a estrutura será fixada após os reparos, uma vez que ela não voltará para a gare, pois o local deve entrar em processo de revitalização nos próximos meses.

“O motivo principal é que ela representa um momento muito especial para a história do esporte de Santa Maria, que foi a passagem da Tocha Olímpica pela cidade, em 2016. Nós temos que preservar esse memorial, vamos dar a devida manutenção que ele merece. Ela vai ficar guardada no Centro Desportivo Municipal (CDM) e depois que estiver revitalizada, vamos dar um novo destino. Vamos achar um novo local que também seja representativo para o Município para colocar este memorial e preservar a história do esporte olímpico de Santa Maria”, afirma o secretário, que vai, também, viabilizar a produção de uma placa com os nomes das 113 pessoas que participaram da maratona da Tocha Olímpica em 2016.

HISTÓRICO

Na preparação para as Olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016, Santa Maria fez parte da passagem simbólica da tocha olímpica pelo Brasil. Em 5 de julho de 2016, um mês antes do início dos jogos, a tocha desembarcou na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e percorreu, nas mãos de 113 pessoas, o trajeto até a Gare, onde foi recepcionada por um grande público. 

A réplica da tocha, de 5 metros de altura, foi desvelada neste dia e ficou sobre o viaduto da Gare até esta segunda-feira (9). A Tocha Olímpica foi conduzida por nomes como o canoísta Gilvan Ribeiro, atual secretário de Esporte e Lazer do Município, a judoca Maria Portela, o árbitro de futebol Anderson Daronco, o paratleta Denilson Souza, a professora de judô Aglaia Pavani, a taekwondista Mariana Moller, e o fisiculturista Ezequiel Corte Real.

Fonte Texto: Rodrigo Ricordi
Fotos: Alex Caceres/PMSM


UFSM: Pesquisadores identificam novo réptil brasileiro de 225 milhões de anos


Maehary bonapartei representa um réptil de pequenas dimensões que é tido como o mais basal da linha evolutiva que deu origem aos pterossauros. O estudo também demonstra que Faxinalipterus minimus, não é um réptil alado, ao contrário do que se supunha.

Pesquisadores da Universidade Federal de Santa Maria, do Museu Nacional/UFRJ, da Universidade Regional do Cariri, da Universidade Federal do Pampa, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e da COPPE/UFRJ apresentaram um estudo de revisão sobre um pequeno réptil denominado Faxinalipterus minimus, proveniente de rochas do Triássico (cerca de 225 milhões de anos atrás) do Rio Grande do Sul. Faxinalipterus foi descrito há mais de uma década (2010), sendo atribuído ao grupo Pterosauria, que reúne os primeiros vertebrados a desenvolverem o voo ativo. Originalmente, o fóssil de Faxinalipterus era composto por ossos do esqueleto pós-cranial e por uma parte do crânio (uma maxila com dentes), encontrados separadamente em duas expedições de campo, ocorridas em 2002 e 2005, no sítio fossilífero Linha São Luiz, localizado no município de Faxinal do Soturno. Assim, não era possível afirmar com certeza se todas as partes pertenceriam a um mesmo tipo de animal. Apesar disso, assumiu-se na época que todos os ossos pertenciam a uma única espécie, denominada Faxinalipterus minimus. 

A nova análise de Faxinalipterus, permitiu estabelecer de fato que existiam ali duas espécies distintas. Ou seja, a maxila pertenceria a outro animal. Isso foi possível com base na comparação com um novo fóssil encontrado recentemente no mesmo sítio Linha São Luiz. O novo fóssil é composto por um crânio incompleto, cuja maxila exibe as mesmas feições da maxila atribuída a Faxinalipterus, além de partes da mandíbula, partes de uma escápula e de vértebras. A maxila de Faxinalipterus, pode, então, ser incorporada à descrição do novo fóssil que recebeu o nome Maehary bonapartei. O estudo foi publicado em destaque pela revista PeerJ.

“Sempre houve uma grande dúvida se os dois exemplares atribuídos ao Faxinalipterus representavam uma mesma espécie, e se esta se tratava de um réptil alado” comentou Alexander Kellner, especialista em pterossauros que atualmente dirige o Museu Nacional/UFRJ. Tendo examinado o exemplar logo após a publicação em 2010, ele viu que diversos ossos poderiam estar mal identificados e a falta de características diagnósticas dos pterossauros, entre elas a ausência de feições específicas no úmero (osso do braço), como uma projetada crista deltopeitoral, que é típica dos pterossauros. Borja Holgado do Institut Català de Paleontologia Miquel Crusafont (Barcelona, Espanha) também especialista em pterossauros e atualmente pesquisador da Universidade Regional do Cariri (Ceará), analisou o material e concordou com as conclusões iniciais. “Estava claro para mim que se trata de um réptil primitivo que não pertencia aos pterossauros, pois não apresentava nenhuma feição inequívoca dessa linhagem” esclarece Holgado, para logo apontar: “Mas também o conhecimento presente das faunas de finais do Triássico indica que a disparidade de animais da época na qual datam os primeiros pterossauros era tão grande que encontram-se animais que à primeira vista poderiam lembrar pterossauros, mas realmente não são. Isso foi o que aconteceu com Faxinalipterus e Maehary “.

“O material no qual o Faxinalipterus é baseado, é muito frágil e muito incompleto. Além disso, partes dos ossos estavam encobertas por rocha, necessitando uma preparação mais detalhada” comentou Cesar Schultz, da UFRGS, e um dos autores do trabalho de 2010 e da nova pesquisa que acaba de ser publicada. 

A preparação do material original requereu muita experiência, e foi realizada no Museu Nacional. “Felizmente tivemos a possibilidade de fotografar em detalhe todo o exemplar”, salientou Orlando Grillo, que teve o cuidado de reproduzir em forma de desenhos cada detalhe anatômico dos ossos de Faxinalipterus.

Foi com ajuda de um tomógrafo que o enigma foi sendo revelado. “A tomografia computadorizada tem sido uma ferramenta cada vez mais utilizada nos estudos paleontológicos” destaca Ricardo Lopes da COPPE/UFRJ. “É uma análise não-destrutiva que permite a visualização de detalhes anatômicos ainda recobertos pela rocha sedimentar onde o fóssil está preservado” complementa Olga Araújo, também da COPPE.

“No trabalho original de 2010, verificamos que os dentes presentes na maxila de Faxinalipterus eram muito espaçados entre si, o que é uma característica de pterossauros primitivos do Triássico. Porém, a tomografia da maxila demonstrou que os dentes não eram separados, pois muitos dentes haviam sido perdidos na fossilização. Com isso, o padrão da dentição e o próximo espaçamento entre os alvéolos (cavidades onde os dentes se inserem) não eram condizentes com pterossauros,” destaca Marina Soares. 

Após estes estudos, ainda pairava a dúvida sobre quem era, afinal, Faxinalipterus. A solução veio a partir do achado de um novo exemplar que havia sido coletado na mesma região de onde vieram os exemplares de Faxinalipterus. “Coletas sistemáticas têm sido realizadas pelo Centro de Apoio à Pesquisa Paleontológica da Quarta Colônia (Cappa) da UFSM, revelando uma série de novas espécies fósseis para o Triássico do Rio Grande do Sul” comentou Flávio Pretto. No sítio fossilífero Linha de São Luiz, no município de Faxinal do Soturno, já foram encontrados diversos fósseis, como parentes próximos dos mamíferos, dinossauros e outros répteis. A região onde foram realizadas as escavações fica localizada no território do Geoparque Quarta Colônia Aspirante UNESCO.

“Quando tivemos acesso ao estudo que estava sendo desenvolvido pela equipe do Museu Nacional, ficou claro que a maxila, até então referida à Faxinalipterus, era muito similar ao material que a gente estava estudando,” complementou Leonardo Kerber. “Definitivamente não se tratavam de exemplares de um pterossauro,” reforçou Felipe Pinheiro, da UNIPAMPA, pesquisador também especialista em répteis alados.

Usando uma base de dados anatômicos, a equipe estabeleceu que Faxinalipterus estaria proximamente relacionado aos lagerpetídeos, um ramo considerado como grupo-irmão de Pterosauria em estudos mais recentes. Juntos, lagerpetídeos e pterossauros formam um grupo mais abrangente denominado Pterosauromorpha. Neste contexto, a nova espécie Maehary bonapartei foi posicionada como o membro mais primitivo dentro de Pterosauromorpha. “Isto é, Faxinalipterus e Maehary não são pterossauros, porém são aparentados a eles. Especialmente Maehary se configura como um elemento-chave na elucidação de como as características anatômicas foram evoluindo ao longo da linhagem dos pterossauromorfos até os pterossauros propriamente ditos, totalmente adaptados ao voo”, pontua Rodrigo Müller. “Essas espécies, com um comprimento estimado em 30 cm para Faxinalipterus e 40 cm para Maehary, demonstram a importância de prosseguir as coletas de fósseis nessa região”.O nome do gênero da nova espécie vem de Ma’ehary, uma expressão do povo originário Guarani-Kaiowa, que significa “quem olha para o céu” em alusão à sua posição na linha evolutiva dos répteis, sendo o mais primitivo dos Pterosauromorpha, grupo que inclui os tão fascinantes pterossauros. O nome específico é uma homenagem ao principal pesquisador de vertebrados fósseis da Argentina, José Fernando Bonaparte (1928-2020), falecido recentemente, e que atuou ativamente junto com paleontólogos brasileiros em afloramentos do Rio Grande do Sul, na coleta e descrição de muitos vertebrados extintos que viveram durante o período Triássico, incluindo Faxinalipterus.Agora os pesquisadores seguem em busca de novos achados que ajudem a entender como sugiram as primeiras formas desse tão fascinante grupo, os pterossauros.

AUTORES Alexander W.A. Kellner, Borja Holgado, Orlando Grillo, Flávio Augusto Pretto, Leonardo Kerber, Felipe Lima Pinheiro, Marina Bento Soares, Cesar Leandro Schultz, Ricardo Tadeu Lopes, Olga Araújo e Rodrigo Temp Müller.

CONTATOS PARA IMPRENSA: 

Alexander W. A. Kellner – [email protected]; +55 (21) 99672-5054

Rodrigo Temp Müller – [email protected] – +55 (55) 999462438

Borja Holgado – [email protected]; +34 677 173 146

Flávio Augusto Pretto – [email protected]; +55 (55) 98153-2728

Felipe L. Pinheiro [email protected]  (55) 99706-8667

Imagens Créditos: Rodrigo Temo Müller (fotografias) | Márcio L. Castro (ilustração)

Assessoria de Imprensa
Unidade de Comunicação Integrada
Universidade Federal de Santa Maria

 


Prazo para emitir ou regularizar título termina quarta-feira (04)


Quem quiser votar nas eleições 2022 tem até a próxima quarta-feira (4) para emitir ou regularizar o título de eleitor. Esse é o prazo legal para que a Justiça Eleitoral conclua o cadastro de todo o eleitorado apto a votar em outubro.

O mesmo prazo vale para quem quiser transferir o domicílio eleitoral, mudando o município onde vota, bem como para incluir o nome social no título de eleitor – no caso de pessoas transsexuais e travestis. A data vale também para idosos e pessoas com mobilidade reduzida solicitarem a transferência do local de votação para uma seção acessível.

Assim como em todo ciclo eleitoral, a busca por regularizar a situação do título tem aumentado com a proximidade do fim do prazo, o que levou a Justiça Eleitoral de diversos estados a ampliar o horário de funcionamento dos cartórios eleitorais. 

Vale lembrar, contudo, que todos os procedimentos relativos ao título de eleitor, incluindo a emissão do documento pela primeira vez, podem ser realizados inteiramente online, sem a necessidade de sair de casa, por meio do Atendimento Online ao eleitor.

Por meio da internet é possível, por exemplo, pagar multas eleitorais atrasadas e solicitar a revisão de dados no caso de título cancelados. De acordo com a Justiça Eleitoral, mais de 6 milhões de títulos foram cancelados de 2018 a 2021.

Isso pode acontecer, por exemplo, quando o eleitor não comparece à votação nem justifica a ausência por três eleições consecutivas, apesar de se enquadrar nos critérios de obrigatoriedade do voto.

Contudo, quem teve o título cancelado por ter faltado à revisão do eleitorado e à coleta de biometria em seu estado não precisa se preocupar. No mês passado, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) suspendeu os efeitos do cancelamento devido à continuidade da pandemia de covid-19. Dessa maneira, os eleitores nessa situação poderão votar normalmente em outubro. 

Para verificar e resolver pendências relativas ao título, o eleitor deverá ter em mãos documentos como cadastro de pessoa física. Em alguns casos é necessário tirar fotos de rosto e de documentos, entre eles RG e comprovante de residência, para solicitar determinados procedimentos. Todas as informações estão disponíveis no portal da Justiça Eleitoral

O prazo limite para emitir ou modificar informações relativas ao título de eleitor é decorrente da Lei das Eleições, que prevê o fechamento do cadastro eleitoral 150 dias antes do pleito. Neste ano, a data do fechamento é 5 de maio.

Fonte: Por Agência Brasil – Brasília Foto Reprodução redes sociais TSE


Inep publica edital para versão impressa do Enem 2022


O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) publicou, no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira, 29 de abril, os editais do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2022 — versões impressa e digital. As provas serão aplicadas nos dias 13 e 20 de novembro e as inscrições poderão ser feitas entre 10 e 21 de maio, pela Página do Participante. As cidades de aplicação do Enem impresso serão divulgadas na Página do Participante e no portal do Inep. Já os locais do Enem Digital estão listados no edital e, também, na página do Enem no site do Instituto. Diferentemente do que foi noticiado por alguns veículos de comunicação, pautados por documentos preparatórios que compõem o processo de realização do Enem 2022, as provas da edição serão compostas exclusivamente por itens inéditos. Durante a atual gestão do Inep, realizou-se pré-teste de itens, visando tornar o Banco Nacional de Itens (BNI) mais qualificado.

Como novidade para este ano, o Inep incluiu os documentos digitais e-Título, Carteira Nacional de Habilitação (CNH) Digital e RG Digital como documentos válidos para identificação do participante no dia da aplicação do exame, desde que apresentados nos respectivos aplicativos oficiais. Capturas de telas não serão aceitas. Outra inovação é com relação ao tratamento por nome social. O participante que se identifica e quer ser reconhecido socialmente pela sua identidade de gênero (participante transexual, travesti ou transgênero) e que já tem o respectivo nome cadastrado na Receita Federal será identificado pelo nome social no momento da inscrição. Contudo, será necessário confirmá-lo na Página do Participante, entre os dias 23 e 28 de junho.

Já aqueles que querem ser identificados pelo nome social e não têm o respectivo nome cadastrado na Receita deverão realizar a solicitação de tratamento após a inscrição, no período de 23 a 28 de junho, pela Página do Participante. Para esse procedimento, será necessário apresentar os seguintes documentos de comprovação das condições que o motivam: foto atual, nítida, individual, colorida, com fundo branco que enquadre desde a cabeça até os ombros, de rosto inteiro, sem uso de óculos escuros e artigos de chapelaria (boné, chapéu, viseira, gorro ou similares); e cópia digitalizada, frente e verso, de um dos documentos de identificação oficiais com foto, válido. Documentos enviados fora do prazo ou externos à Página do Participante não serão aceitos. Toda a documentação deverá ser anexada e enviada em formato PDF, PNG ou JPG, com tamanho máximo de 2 MB.

O Inep reforça a importância de que os interessados nos processos sob sua gestão busquem informações somente nos canais oficiais da Autarquia e do Ministério da Educação (MEC) — portais institucionais e redes sociais. O Instituto também solicita o apoio dos veículos de comunicação no sentido de não se basearem em documentos preparatórios para produção de conteúdo midiático. A veiculação de notícias pautadas em informações prévias, que compõem o processo de discussão até a tomada de decisão, gera a propagação de notícias inverídicas, levando a um conflito de informações que só tem a afetar os principais interessados — estudantes que se utilizam dos exames e avaliações promovidos pelo Inep para realizar os seus sonhos e planejar o futuro.

Acesse o Edital n.º 33 do Enem 2022 – impresso

Acesse o Edital n.º 34 do Enem 2022 – digital

Confira a Página do Participante

Consulte a página do Enem no site do Inep

 

Fonte e foto por: Assessoria de Comunicação Social do Inep


Salários de abril dos servidores do executivo do RS serão pagos nesta sexta-feira (29)


O Tesouro do Estado quitará nesta sexta-feira (29) os salários referentes à folha de abril dos servidores do Executivo.

No final de janeiro, o governo anunciou que a folha dos servidores do Estado será paga em dia todos os meses em 2022 como resultado das medidas para o equilíbrio das contas públicas.      

Desde novembro de 2020, a folha vem sendo paga com regularidade.

 

Fonte: Texto: Ascom Sefaz