Mais sites falsos: Extra e Magazine Luiza viram alvos na Black Friday

A Black Friday já começou a mil por hora e os criminosos aproveitam toda essa euforia de compras para enganar muitos consumidores durante o evento. Cada vez mais os golpistas têm criado cópias quase perfeitas de sites originais de grandes empresas. Por isso, fique atento! Achamos mais alguns sites falsos por aí. Dessa vez, a página fake faz … Leia Mais


Waze agora permite acionar serviços de emergência no Brasil

Um dos principais aplicativos de navegação usados no Brasil, o Waze agora permite ao motorista acionar serviços de emergência diretamente no dispositivo. Em atualização liberada nesta semana, o app acumula o recurso SOS e torna possível o contato com a polícia, os bombeiros ou outros serviços de emergência, como ambulâncias. “Pensamos sempre na segurança e em serviços que venham … Leia Mais


TIMÃO É HEPTA!. Corinthians vence o Flu e é campeão brasileiro

O que estava cada vez mais próximo foi concretizado na noite desta quarta-feira (15). O Corinthians-SP derrotou o Fluminense-RJ, de virada, por 3 a 1 e garantiu o título do Campeonato Brasileiro 2017. O Timão chega ao sétimo título com três rodadas de antecedência ao alcançar a marca de 71 pontos na tabela de classificação. Para alegria completa … Leia Mais



Incêndio atinge estúdio da Globo no Rio de Janeiro

Um incêndio de grandes proporções atinge nesta noite um estúdio da TV Globo na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Militares do Quartel de Jacarepaguá, Barra da Tijuca e Recreio participavam do combate às chamas. Segundo o quartel de Jacarepaguá, o Corpo de Bombeiros foi acionado às 19h30. Não há relato de que alguém tenha se ferido. O estúdio seria … Leia Mais


O que você sabe sobre o uso da tecnologia por crianças?


Em artigo, Rafael Parente responde seis perguntas sobre os benefícios e perigos do contato de crianças com ferramentas digitais. Teste seus conhecimentos

por Rafael Parente 

Em uma era em que os pais têm cada vez menos tempo para os seus filhos, nativos digitais, e as novas tecnologias invadem nossas casas, escritórios e escolas, os computadores, os tablets e smartphones têm sido usados para entreter, ensinar e acalmar. Não é um exagero se preocupar com o uso irresponsável ou sem planejamento dessas ferramentas, que fazem as vezes de “babás”. Se, de um lado, algumas empresas vendem suas soluções como milagres da ciência, que podem alfabetizar, ensinar matemática, ou línguas estrangeiras, a partir dos 4, 2 anos ou até dentro do útero; do outro lado há pais e educadores que defendem a proibição total das telas até o começo da puberdade. Mas o que a ciência realmente diz a esse respeito? Chegou a hora de avaliar o seu conhecimento sobre o assunto.

A boa utilização de novas tecnologias por crianças é possível?

As mídias interativas devem ser utilizadas de forma intencional e apropriada, como apoio à aprendizagem e ao desenvolvimento. Precisamos reconhecer que cada criança é única, e esse uso deve ser apropriado à idade, ao nível de desenvolvimento, e aos contextos sociais e culturais. As soluções devem criar uma experiência ativa e interativa, dando controle às crianças, aumentando a sua motivação e o seu engajamento com o conteúdo. Jogos digitais e plataformas adaptativas precisam auxiliar as crianças e jovens na construção de novas competências e habilidades dentro do seu próprio ritmo, sendo uma opção em um leque de estratégias de ensino. O foco principal deve ser na qualidade da prática e na didática, ao invés de na tecnologia.

O que você (professor, gestor ou responsável) deve levar em consideração?

Essa utilização intencional e planejada requer que educadores, gestores e famílias tenham informações suficientes sobre a natureza das soluções tecnológicas e suas consequências. Precisamos avaliar se o uso das novas tecnologias é uma estratégia mais efetiva do que materiais e métodos mais tradicionais para o ensino das crianças ou para um currículo específico. Não podemos negar que essas ferramentas têm potencial para melhorar o ensino, quebrar barreiras de tempo e espaço, para criação e comunicação (inclusive entre educadores e familiares sobre a produção, o progresso e as necessidades das crianças e dos jovens). Entretanto, a decisão de investir ou não recursos finitos em novas mídias deve considerar o custo-benefício (inicial e de manutenção) e todos os detalhes relacionados à infraestrutura (eletricidade, internet e materiais adicionais), os conhecimentos e a vontade dos adultos que vão mediar a nova experiência.

O tempo de uso deve ser limitado? Qual deve ser o limite?

A limitação do tempo de uso é fundamental. Um estudo da Universidade da Califórnia concluiu que as crianças americanas estão passando cada vez mais tempo em frente às telas e isso está diminuindo a sua capacidade de reconhecer as emoções das outras pessoas, algo essencial para o desenvolvimento de empatia, por exemplo. Enquanto boa parte das crianças e jovens passam pelo menos 4 horas por dia em frente a TVs, computadores, tablets e smartphones, as últimas recomendações científicas orientam que familiares e professores precisam limitar o tempo em frente às telas a 2 horas diárias para crianças e jovens entre 3 e 18 anos. Os cientistas também recomendam proibir o uso passivo de TVs, vídeos e outras tecnologias não-interativas e qualquer mídia com crianças menores de 2 anos, e desencorajam o uso passivo e não-interativo com crianças entre 2 e 5 anos de idade. Qualquer utilização de tecnologias com bebês de até 2 anos deve ser limitada a ferramentas que estimulam e reforçam as interações e os relacionamentos entre as crianças e os adultos. Por outro lado, quando utilizadas corretamente, dentro dos limites recomendados, mídias interativas podem melhorar (mas nunca substituir) brincadeiras criativas, explorações, atividades físicas (incluindo esportes e na natureza), e interações sociais.

Que problemas o uso excessivo pode causar?

Além de problemas em reconhecer emoções, pesquisas sérias já demonstraram que passar desses limites pode causar outros problemas graves para as crianças, como obesidade infantil, noites irregulares de sono e dificuldades em se comportar socialmente. A nossa espécie evoluiu em um ambiente onde só havia interações presenciais e nossas competências socioemocionais dependem dessas interações – esse é um fato também para pessoas adultas! As famílias e as escolas devem criar momentos de discussão sobre o que seria uma “dieta midiática saudável” para que crianças e os adultos consigam fazer boas escolhas de que mídias utilizar e durante quanto tempo. Não é demais lembrar que as novas tecnologias nunca deveriam ser usadas quando apresentam riscos emocionais ou físicos, e quando apresentam conteúdos desrespeitosos, perigosos ou intimidantes, incluindo a exposição a violências de todo o tipo, ou conteúdo sexual inapropriado para a idade.

O que isso tudo tem a ver com cidadania digital e inclusão?

É importante refletir sobre a cidadania digital e a inclusão, nesse contexto. Durante o uso das novas ferramentas tecnológicas, os adultos devem dar todo o apoio necessário para que todas as crianças e jovens possam refletir, fazer perguntas apropriadas e pensar criticamente sobre a experiência. Como a melhor forma de ensinar é pelo exemplo, os adultos precisam demonstrar o que é um comportamento exemplar de cidadania digital, com o uso apropriado e ativo dos vários tipos de mídias para que a aprendizagem aconteça de maneira positiva, responsável, saudável, segura e inclusiva. Em outras palavras, é necessário, também, se preocupar com a equidade no acesso a boas experiências interativas. Pesquisas demonstram que é menor o acesso de crianças de famílias com menor poder aquisitivo e de crianças com algum tipo de deficiência a soluções tecnológicas, o que significa que essas soluções podem estar contribuindo para o aumento do déficit de aprendizagem nesses grupos.

Já temos todas as respostas?

De forma alguma. É impossível imaginar como as tecnologias evoluirão em alguns anos ou quais serão utilizadas (e de que forma) quando as crianças de hoje se tornarem adultas. Sabemos, contudo, que familiares e educadores precisam estar atualizados e ensinar como selecionar, usar, integrar e avaliar as novas tecnologias. Leituras constantes e formação continuada são essenciais. Governos, empresas e organizações do terceiro setor precisam investir constantemente em novas pesquisas que contribuam para um conhecimento mais aprofundado dessas questões e para a compreensão dos efeitos a longo prazo. Políticas e práticas devem ser fundamentadas nos achados científicos para que o uso das novas tecnologias seja cada vez mais intencional e bem estruturado para todas as crianças, apoiando experiências ativas, “mão na massa”, criativas e engajadoras.

Fonte: http://porvir.org/voce-sabe-sobre-uso-da-tecnologia-por-criancas/

Tema da redação do Enem 2017 surpreende professores


O tema da redação deste ano do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) surpreendeu professores que trabalharam na preparação dos alunos. Na prova que está sendo aplicada hoje (5), os candidatos deverão falar sobre os desafios para formação e educacional de surdos no Brasil.

O professor de redação Márcio Calixto, da escola Dínamis, do Rio de Janeiro, disse que esse não era um tema esperado. “Apesar de muito ter se falado sobre inclusão, mas principalmente dos portadores de necessidades especiais de uma maneira ampla, não dos surdos de forma específica. Não é um tema tranquilo de ser escrito, o aluno vai ter que se dedicar para poder encontrar os argumentos”, disse.

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Calixto avaliou o tema deste ano como “extremamente humano e muito bem-vindo”. “Os temas do Enem têm sido sempre muito humanos, e eles não fugiram dessa característica. São temas que pedem uma proposta de intervenção, exigem do candidato uma visão mais completa, mais humana e mais empática, de se colocoar no lugar do outro que precisa de ajuda.”

A coordenadora de Redação do Colégio Sigma, de Brasília, Carolina Darolt, disse que a preparação dos alunos não envolveu essa questão específica. “Ninguém foi tão a fundo assim, abordando uma questão tão específica. Nós falamos sobre questões de minorias, de educação de maneira geral, sobre as deficiências”, contou.

Mesmo assim, ela avalia que o tema não é difícil, mas vai exigir que o candidato preste atenção nos textos oferecidos para subsidiar a redação. “É um tema muito tranquilo, mas vai exigir que o participante faça uma leitura atenta da coletânea. Se não ele corre o risco de abordar o tema tangencialmente, de falar sobre educação, sobre minorias, e esquecer de pontuar a questão da educação para os surdos. Essa é a única dificuldade.”

Para ela, a mudança nas regras do Enem, que agora não permitem mais atribuir nota zero para quem desrespeitar os direitos humanos, não vai atrapalhar na elaboração da prova. “Ainda mais com esse tema tão específico, é muito pouco provável que alguém vá atacar os direitos humanos. Se fosse outra questão como penitenciárias, teria mais chances. Com esse tema de educação para os surdos, foge um pouco dessa polêmica dos direitos humanos.”

O tema da redação deste ano segue a tendência das últimas edições do Enem, que costuma abordar temas sociais. No ano passado, o tema foi Caminhos para Combater a Intolerância Religiosa no Brasil. Violência contra a mulher, publicidade infantil, Lei Seca e movimento imigratório também foram abordados nos últimos anos.

Hoje (5) é o primeiro dia de prova do exame, e também terá provas de linguagens e ciências humanas. Os candidatos têm cinco horas e 30 minutos para concluir a prova. O exame começou a ser aplicado às 13h30, no horário de Brasília, para cerca de 6,7 milhões de candidatos em todo o país.

Sabrina Craide – Repórter da Agência Brasil Edição: Juliana Andrade Foto pesquisa -reprodução redes sociais

‘Bad Rabbit’, novo vírus do tipo ransomware, ameaça ataque global a computadores


Um ataque global de vírus teve início nesta terça-feira (25) e atingiu redes de computadores principalmente na Rússia, informou a companhia de segurança cibernética Kaspersky Lab. Empresas na Ucrânia, na Alemanha e na Turquia também foram afetadas. Até o momento, não há relatos de que o vírus tenha feito vítimas no Brasil.

De acordo com a BBC, o malware infectou sistemas em três sites russos, um aeroporto na Ucrânia e o sistema de metrô na capital ucraniana, Kiev. “Em algumas companhias, o trabalho foi completamente paralisado”, afirmou à agência TASS o chefe de segurança cibernética do Group-IB, Ilya Sachkov.

O novo vírus foi chamado de “Bad Rabbit” (Coelho Mau). Ele é do tipo ransomware, ou seja, codifica os arquivos de um computador e pede o pagamento de resgate em troca da liberação dos arquivos infectados. O resgate inicial é de 0,05 bitcoin (US$ 300, ou R$ 970), mas o preço sobe à medida que o tempo passa e o valor não é pago.

 

“Nossas observações mostras que a maioria das vítimas do ataque estão localizadas na Rússia. Também estamos registrando ataques similares na Ucrânia, na Turquia e na Alemanha, mas em escala consideravelmente menor. O malware se espalha por uma série de sites contaminados da mídia russa”, afirmou a Kaspersky Lab.

O alvo preferencial tem sido sistemas corporativos, disse ainda a companhia, segundo a qual detalhes do ataque ainda estão sendo estudados.

Em seu blog, a Kaspersky orienta orienta os usuários a tomarem as precauções rotineiras contra ameaças do tipo ransomware: manter um backup (cópia de segurança) dos arquivos e não pagar o “resgate” — não há garantias de que, após realizado o pagamento, o acesso aos arquivos será restaurado. É preciso, também, atenção e cuidado com links e arquivos suspeitos que chegam via Internet. O principal vetor de contágio do Bad Rabbit, por exemplo, é um instalador falso do Adobe Flash distribuído por sites infectados e que só funciona se executado manualmente pelo usuário.

“Em 2017 duas grandes epidemias de cryptoware foram registradas. Estamos falando dos notórios WannaCry e ExPetr (também conhecido como Petya e NotPetya), e agora parece que uma terceira está começando”, afirmou a Kaspersky Lab.

O ataque do WannaCry, em maio, afetou mais de 300 mil pessoas, instituições e empresas em mais de 150 países, entre eles o Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido e a empresa Telefonica, da Espanha.

Folhapress, com informações da redação Foto:  Kaspersky/Divulgação


Outubro Rosa, UFSM: A vida após a cirurgia


Chega o mês de outubro e muito se fala da prevenção ao câncer de mama. As campanhas surgem como incentivo à realização do autoexame e/ou do teste de mamografia, a fim de detectar previamente possíveis sintomas do tumor que ocupa o segundo lugar no número de incidências a nível mundial,  perdendo somente para o câncer de pele. Quanto mais cedo for detectado, maiores são as chances de obter a cura. Já em um estágio mais avançado da doença, muitas vezes, se faz necessária a mastectomia, cirurgia de retirada de uma ou ambas as mamas. A recuperação após o procedimento costuma ser rápida, mas, na maioria dos casos, a mudança é muito mais interna do que externa.

Para muitas mulheres, retornar para casa e ver o corpo modificado pela cirurgia e pelo pós-operatório (sessões de quimio e radioterapia) é um grande desafio. A retirada da mama e a queda dos cabelos podem afetar diretamente a autoestima e a sexualidade das mulheres. O seio feminino sempre foi uma parte do corpo muito valorizada pela cultura que se tem imposta, e remete a valores como feminilidade e fertilidade. Logo, para além da aceitação do próprio corpo, há ainda a aceitação da sociedade em relação a isso.

As repercussões na vida de dez mulheres que derrotaram o câncer depois de se submeterem ao procedimento de mastectomia são relatadas em uma pesquisa feita por Elisa da Luz Adorna, Elhane Glass Morari-Cassol e Nara Maria Severo Ferraz. O estudo tem como objetivo apresentar aos profissionais de fisioterapia e de outras áreas da saúde, situações pelas quais passam as mulheres mastectomizadas, a fim de auxiliar no tratamento da recuperação física e emocional das pacientes.

As autoras buscaram entrevistar e analisar qualitativamente as respostas e, então, identificaram seis categorias afetadas pelo pós operatório, sendo três delas abordadas no artigo: vida afetiva, vida familiar e vida social. Publicado na Revista Saúde do Centro de Ciências da Saúde da UFSM, o texto conta a experiência de pacientes que participam do grupo de apoio Renascer.

                                                                                                                                                Os problemas apontados com mais frequência remetem ao relacionamento com familiares, companheiros e amigos, o afastamento das pessoas, a dificuldade de diálogo sobre o câncer de mama e o preconceito.  Diante de todas as funções sociais delegadas à mulher, o aparecimento do câncer pode criar um estereótipo e acarretar a afastamento ou exclusão de determinados grupos.

“Eu não falava muito porque tem pessoas que ficam achando que vai morrer, deu aqui já vai dar em outro lugar…”

“Minhas filhas ficaram nervosas, quer dizer, ficaram transtornadas, abaladas.”

Ao analisar as mudanças positivas, as autoras da pesquisa encontraram o fortalecimento dos laços familiares e de amizade e o apoio recebido pelas mulheres que, nestes casos, passaram a ser mais valorizadas e admiradas, pela família, companheiro e amigos. A pesquisa cita que o período da descoberta da doença e o acompanhamento de todo o tratamento geram uma situação de “crise” na família, fazendo com que, na maioria dos casos, esta permaneça unida.

“Ele acha que eu sou uma pessoa muito forte, porque qualquer outra pessoa sucumbiria, iria se entregar, se achar uma coitadinha, e eu nunca fui coitadinha.”

“… saíam cinco e entravam dez pra me visitar, naqueles dias, eu tive visita que não deu tempo nem de pensar muito… é a melhor coisa que a gente tem.”

O câncer de mama e seu tratamento são momentos difíceis na vida não só da mulher, como também de todo o seu círculo afetivo e social. Portanto, para além dos objetivos científicos da pesquisa, sobram também muitas reflexões.

 

Reportagem: Tainara Liesenfeld
Arte: Giana Bonilla


Câncer de mama pode ser detectado de forma precoce e tratado c/ eficácia


A importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama é o foco da campanha internacional Outubro Rosa. O nome da campanha remete à cor do laço que simboliza, mundialmente, a luta contra o câncer de mama e estimula a participação da população, de empresas e entidades: o rosa. Durante todo o mês, monumentos por todo o País se iluminam com essa mesma cor.

A mobilização mundial também chama a atenção para dados alarmantes. No Brasil, as mulheres devem enfrentar, em 2017, 57.960 casos novos de câncer de mama, de acordo com estimativa do Instituto Nacional do Câncer (Inca). O tipo de câncer é o mais comum entre as mulheres no mundo e o segundo no Brasil, respondendo por cerca de 28% dos casos novos a cada ano no País. Em 2015, 15.403 mulheres morreram por conta do câncer de mama no Brasil.

Existem vários tipos de câncer de mama. Parte deles evolui de forma rápida. A maioria dos casos é acompanhado por perspectivas otimistas, se tratados de precocemente.

Autoexame

O Inca orienta que as mulheres façam a observação e a autopalpação das mamas sempre que se sentirem confortáveis para tal, sem necessidade de uma técnica específica de autoexame ou de determinado período do mês.

Para o mastologista Marcelo Bello, além do autoexame, é importante conhecer os fatores de risco da doença. “Manter uma dieta saudável, estar dentro do peso ideal, praticar alguma atividade física e reduzir ou evitar o consumo de bebidas alcoólicas podem reduzir bastante o risco de aparecimento da doença”, afirma.

Rede pública

De acordo com o Ministério da Saúde, em 2016, foram realizados no Sistema Único de Saúde (SUS) 4,1 milhões de mamografias. A faixa etária prioritária, mulheres de 50 a 69 anos, representa a maior parte do atendimento: 2,55 milhões de exames.

A rede pública de saúde oferece assistência integral aos pacientes com câncer, desde diagnóstico, tratamento, acompanhamento até oferta de medicamentos. Os recursos destinados a esse atendimento cresceram 49% entre 2010 e 2016, chegando a R$ 3 bilhões ano passado.

Para tratar o câncer de mama, o SUS oferece cirurgias oncológicas (mastectomia, conservadoras e reconstrução mamária), radioterapia e quimioterapia.

Fonte: Governo do Brasil, com informações do Ministério da Saúde e do Inca foto reprodução redes sociais