Trevo da BR-392/RS (Uglione) tem alteração de trânsito em Santa Maria

A Superintendência Regional do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT/RS), por meio da Unidade Local de Santa Maria-RS, informa que desde a tarde desta quinta-feira (28/02) ocorrem intervenções junto ao trevo da BR-392/RS (Uglione). O trânsito sentido Uglione-Urlândia opera com desvio. Após a rotatória da Uglione, o fluxo está desviado para a nova pista … Leia Mais


Assista agora: Beijo roubado pode resultar em prisão

O carnaval de 2019 está aí, e com ele o samba e a folia espalhados pelos blocos que ganham as ruas do país. Um ato muito comum durante as festividades é o beijo roubado. Mas muitos não sabem que é um tipo de crime, com pena prevista no Código Penal. Este é o primeiro Carnaval … Leia Mais




SUS oferece atendimento gratuito às pessoas que sofrem com alcoolismo

O consumo excessivo de bebidas alcoólicas pode trazer graves prejuízos à saúde, tanto em razão de doenças causadas pela presença do álcool no organismo quanto por lesões resultantes de acidentes de trânsito e episódios de violência, por exemplo. Em todo o planeta, o uso nocivo do álcool é responsável por 3 milhões de mortes por … Leia Mais


Casal do RS viaja a Brumadinho para compartilhar experiência de criação de associação após tragédia da Kiss


Pais pedem justiça no caso Kiss — Foto: Jonas Campos/RBS TV

Pais pedem justiça no caso Kiss — Foto: Jonas Campos/RBS TV

Integrantes de uma associação criada no Rio Grande do Sul, após a tragédia da boate Kiss, viajam a Minas Gerais n ultimo final  de semana para oferecer suporte aos familiares das vítimas do rompimento da barragem da mineradora Vale em Brumadinho.

O embarque está previsto para a manhã deste domingo (10). A Associação dos Familiares de Vítimas e Sobreviventes da Tragédia de Santa Maria (AVTSM) surgiu depois que um incêndio atingiu a casa noturna da cidade da Região Central do estado, há seis anos, deixando 242 pessoas mortas. O total de feridos chegou a 636.

“Infelizmente, temos aqui seis anos a experiência, que a gente sente na carne, e a gente pretende levar isso para eles para que eles tenham até uma certa facilidade de conduzir essa circunstância toda relacionada à tragédia daqui para frente”, diz o vice-presidente da AVTSM, Flávio da Silva.

 
Como está a boate Kiss atualmente. Há seis anos, incêndio no local, deixou mais de 240 mortos — Foto: Reprodução/RBS TVComo está a boate Kiss atualmente. Há seis anos, incêndio no local, deixou mais de 240 mortos — Foto: Reprodução/RBS TV
Como está a boate Kiss atualmente. Há seis anos, incêndio no local, deixou mais de 240 mortos — Foto: Reprodução/RBS TV

Ele e a esposa, Ligiane Righi da Silva, saem de Santa Maria neste sábado (9), de ônibus, em direção ao aeroporto da capital gaúcha. O casal vai ficar hospedado em uma pousada na cidade mineira. A ideia partiu de Flávio e de outro pai, Paulo Carvalho. Os custos da viagem serão pagos pela AVTSM, com o dinheiro de doações recebidas.

Ligiane, que perdeu a filha Andrielle no incêndio da Kiss, quer oferecer apoio às famílias que estão passando pelo mesmo sofrimento. ”Eu vou no intuito de dar um abraço, porque quando aconteceu com a gente era o que mais a gente queria. Era um abraço e que nos escutassem, e ficassem nos apoiando”, conta.

Flávio e Ligiane ficam até a próxima quinta-feira (14) em Minas Gerais.

Fonte: Por Maurício Rebellato, RBS TV (G1/RS)


UFSM participa do desenvolvimento de novo método nacional de dimensionamento de pavimentos


Reportagem: Luan Moraes Romero Edição: Luciane Treulieb Fotografia: Rafael Happke

Quem pega o ônibus da linha Universidade – Faixa Velha em direção à UFSM não sabe, mas cruza todos os dias por um dos quatro trechos de pavimentos asfálticos que são monitorados pelo Grupo de Estudos e Pesquisa em Pavimentação e Segurança Viária (GEPPASV) da UFSM. Esse monitoramento, que acontece periodicamente, consiste na coleta dados para o desenvolvimento de pesquisas que levaram ao Novo método nacional de dimensionamento de pavimentos. A nova metodologia, que foi desenvolvida por meio de uma parceria entre o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), a Coppe (Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia) e a Rede Temática de Asfaltos (da qual a UFSM faz parte), atualizou os procedimentos adotados no Brasil desde metade do século passado.

O novo método nacional de dimensionamento de pavimentos

O primeiro método de dimensionamento do pavimento asfáltico brasileiro, e que vinha sendo utilizado, foi idealizado pelo engenheiro Murillo Lopes de Souza e implementado na década de 1960. Para o professor do departamento de Transporte e um dos pesquisadores e coordenadores do GEPPASV Luciano Specht, o método na época foi revolucionário, contudo, ficou obsoleto. Tanto o volume de caminhões que circulam pelas rodovias quanto a capacidade em massa transportada aumentaram. “Se uma caixa d’água projetada em 1965 funcionaria nos dias atuais, pois a carga suportada por ela não mudou, o mesmo não acontece com as rodovias” argumenta Specht.

Com essa defasagem, em meados dos anos 2000, a Petrobrás passou a articular parcerias com universidades federais para que, através de pesquisas científicas, fosse possível efetuar a atualização do modelo de dimensionamento asfáltico. “A preocupação da Petrobras na época era de que se o pavimento não fosse bem dimensionado, ele iria estragar mais cedo.” ressalta Specht. Assim, o desenvolvimento de uma nova metodologia traria economia nos custos com os asfaltos no país.

Amostra de asfalto em aparelho que testa a resistência da mistura asfáltica. A amostra é prensada para verificar deformação ou fissura.

Da aproximação com as universidades, a Rede de Tecnologia em Asfalto foi criada. “Para se fazer um método de dimensionamento de pavimentos, é preciso de uma série de pressupostos, de ensaios de materiais, de dimensionamento, de cálculos matemáticos e precisa também de uma calibração de campo.” diz Specht. Na época, a primeira medida tomada foi a compra de máquinas e instrumentos para que assim, as pesquisas pudessem ter início. A UFSM passou a integrar a rede a partir desses primeiros estágios.

Após o investimento em infraestrutura, as universidades passaram a implantar os trechos de pavimentos asfálticos para calibração. “Cada trecho possui em torno de 300 metros, os quais monitoramos semestralmente para coleta de dados” fala Specht. Em Santa Maria, além do trecho da avenida Roraima, há dois trechos na faixa velha e outro na avenida Hélvio Basso. O monitoramento periódico desses trechos é importante para a coleta de dados sobre como os pavimentos vão se degradando ao longo do tempo. Essas informações são armazenadas e alimentam um software que, a partir de determinados parâmetros, faz as modelagens estatísticas, das quais é possível tomar decisões de manutenção do asfalto.

O novo método, chamado de Medina, em homenagem ao engenheiro Jacques de Medina, um dos pioneiros na pesquisa da mecânica dos pavimentos no Brasil, leva em consideração os afundamentos em trilhas de roda- parâmetro já utilizado no método anterior. A novidade é que agora também são levadas em conta as trincas (pequenas aberturas) formadas pela fadiga da camada asfáltica.

O desenvolvimento científico gerado

Para chegar a uma atualização da metodologia, foram anos de pesquisa. “Tudo isso faz parte de um monitoramento. De seis em seis meses, nós fizemos um check-up completo do pavimento, como se fosse um exame de saúde. A gente pega esses dados, organiza e manda para a Petrobrás. Eles sistematizam as informações, para calibrar o novo método”, comenta Specht.

E as pesquisas não devem parar. Os alunos de mestrado e doutorado ligados ao GEPPASV continuam trabalhando na coleta dos dados dos trechos monitorados em Santa Maria, como também desenvolvem investigações que visam a atualização no médio e longo prazo do Medina, e de como o país irá gerir os pavimentos asfálticos.

A engenheira civil e mestranda Debora Tanise Bordin atua no monitoramento dos trechos em Santa Maria para a montagem de um banco de dados, com diferentes parâmetros, como a quantidade de trincas (pequenas aberturas no asfalto) e tráfego. Essas informações são analisadas em ensaios comparativos para que se possa estabelecer modelagens estatísticas que indicam os níveis de degradação do asfalto.

Da esquerda para a direita: Débora, Lucas e Bethania, pesquisadores do GEPPASV

Já o doutorando Lucas Dotto Bueno, também engenheiro civil, investiga modelos de previsão de irregularidade do pavimento. “A irregularidade é um indicador de conforto do usuário. quando você está em um carro andando na rodovia e sente muita trepidação, significa que aquela rodovia está muito irregular”, explica Lucas. Esse indicador deve passar a integrar os contratos de concessão para o cuidado dos pavimentos.

A engenheira civil e mestranda Bethania Machado Correa investiga o que vem a ser o futuro na gestão dos pavimentos – a reciclagem do asfalto. De maneira mais específica, seus estudos enfocam o comportamento mecânico de misturas asfálticas feitas a partir de asfalto reciclado, ou seja, como diferentes misturas se comportam sob a ações mecânicas, como por exemplo, o impacto do trânsito no asfalto.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Número de mortos confirmados em Brumadinho sobe para 142


O número de mortos confirmados em decorrência da tragédia do rompimento da barragem da Vale em Brumadinho (MG) subiu para 142. Destes, 122 foram identificados e 20 estão sem reconhecimento. As informações foram atualizadas pela Defesa Civil de Minas Gerais no fim da tarde de hoje (5).

Segundo o boletim do órgão, ainda há 194 desaparecidos, sendo 61 da listagem da Vale e 133 de trabalhadores terceirizados ou pessoas da comunidade. Já os localizados totalizam 392, sendo 223 da lista da mineradora e 169 terceirizados ou da comunidade.

No balanço divulgado ontem (4), haviam sido registrados 134 pessoas mortas na tragédia, 199 desaparecidas e 394 localizadas.

Os dados da Defesa Civil atualizam também desabrigados e hospitalizados. No primeiro grupo encontram-se 103 pessoas, que foram deslocadas para alojamentos temporários, como hoteis. Entre as pessoas em tratamento em hospitais restam três vítimas.

Soltura de presos

Hoje o Superior Tribunal de Justiça decidiu pela soltura de cinco pessoas presas no dia 29 de janeiro acusadas de envolvimento na tragédia. Entre elas estavam engenheiros, geólogos e outros técnicos da Vale e da empresa que assinou laudo assegurando as condições de segurança da barragem.

Fonte: Por Jonas Valente – Repórter da Agência Brasil  Foto Reuters/Adriano Machado/Direitos Reservados


RS alerta profissionais da área médica e a população sobre os riscos da onda de calor


No ápice da onda de calor que atinge o Rio Grande do Sul desde a semana passada, a temperatura chegou próxima dos 40°C. 

O calor excessivo tem tornado a vida dos castilhense muito difíceis e a trégua do calor ainda não ocorrerá nas próximas horas, segundo prognóstico de vários institutos de metereologia.

Júlio de Castilhos, na ultima quarta  (30) e quinta Feira (31), registrou a sensação térmica em torno 47°C.

Vigilância em Saúde alerta profissionais da área médica e a população sobre os riscos da onda de calor no RS

A Secretaria da Saúde (SES), por meio do Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs), alerta os profissionais da área médica e a população sobre os riscos da onda de calor. A ocorrência de períodos com temperaturas muito elevadas, inclusive durante a noite, pode causar problemas de saúde, especialmente em pessoas em condições mais vulneráveis, como idosos, crianças e doentes crônicos.

As recomendações são dirigidas à população em geral, cuidadores, familiares de idosos e profissionais de saúde que atendam à população idosa (em hospitais, clínicas, casas de repouso e instituições de longa permanência), assim como pais, responsáveis, cuidadores e profissionais que atendam crianças (creches, escolas).

É importante nesse período de forte calor que a pessoa se proteja evitando a exposição ao sol, principalmente das 10h às 16h. Deve-se sempre aplicar protetor solar. O uso de chapéu e óculos escuros (especialmente para pessoas de pele clara), e roupas soltas (de preferência de algodão) também ajudam.

Outro cuidado significativo é com a hidratação e alimentação, devendo haver um maior consumo de água (ou sucos de frutas naturais, sem adição de açúcar), mesmo sem ter sede, além de refeições leves, pouco condimentadas e mais frequentes. “Recém-nascidos, crianças, idosos e pessoas doentes não sentem tanta sede ou indicam que estão com sede, podendo levar a desidratação. Por isso deve-se oferecer a elas água ou suco seguidamente”, ressalta a chefe da Divisão de Vigilância Epidemiológica do Cevs, Tani Ranieri.

Principais impactos sobre a saúde

Uma das consequências do calor sobre o corpo humano é o que se chama de stress térmico, que pode resultar em temperatura corporal acima de 40° C, perda completa ou parcial de consciência e/ou capacidade mental reduzida. O quadro clássico é acompanhado de pouca ou nenhuma transpiração, geralmente ocorrendo em crianças, pessoas com doenças crônicas e idosos.

Já a exaustão pelo calor é causada pela perda excessiva de água e sal. Os sintomas podem incluir a transpiração, fraqueza, tonturas, náuseas, dor de cabeça, câimbras musculares e diarreia. A perda de água, através do suor, e a diminuição da pressão do sangue devido ao acúmulo de sangue nas pernas podem gerar ainda desmaios (ou síncopes).

Mais informações estão disponíveis aqui.

Texto: Ascom SES/RS Edição Alcir61 Fotos ilustrativa


No 7º dia após desastre em Brumadinho, esperança diminui e número de vítimas aumenta


Militares israelenses e equipes de resgate brasileiras durante buscas por vítimas em Brumadinho, onde uma barragem da mineradora Vale se rompeu.

No sétimo dia de buscas por vítimas do desastre causado pelo rompimento da barragem Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho, nos arredores de Belo Horizonte, as autoridades contabilizam 99 mortos e 259 desaparecidos. O número de vítimas aumenta na proporção que a esperança diminui. Bombeiros experientes relatam que há dificuldades devido ao mar de lama que tomou conta da região.

Os trabalhos de resgate começam diariamente, por volta das 4h, e vão até a noite. A barragem B6, com água, segue monitorada 24 horas, sem risco de rompimento. Um plano de contingência, entretanto, foi elaborado de forma preventiva.

Buscas

Nos dois últimos dias, segundo o Corpo dos Bombeiros, as buscas se concentraram onde ficava o antigo refeitório da Vale. É realizado monitoramento na área por onde os rejeitos se espalharam, coberta a partir de grupos distribuídos em 18 pontos. Há locais em que a lama se acumula a 10 metros de profundidade.

Ontem (30), tropas enviadas de São Paulo começaram a atuar em seis pontos de monitoramento. As atividades também foram reforçadas por 58 voluntários, que ficam nas imediações e contribuem na verificação de vestígios de corpos.

Barragens

Defesa Civil de Minas Gerais divulgou ontem um “plano de contingência” no caso de riscos relacionados às barragens da região de Brumadinho que não se romperam. Mas, de acordo com o porta-voz da corporação, tenente-coronel Flávio Godinho, a medida é preventiva, pois não há barragens com risco de rompimento.

Segundo Godinho, as demais barragens estão no nível de segurança 1. O risco aumenta quando a classificação passa para níveis superiores, como 2 ou 3. Contudo, acrescentou o porta-voz, não há situações desse tipo ainda na região.

Em nota, a Defesa Civil designou locais para os quais moradores e pessoas que estiverem na área devem se dirigir em uma situação hipotética. “A Defesa Civil divulga pontos como medida preventiva em caso de elevação do risco”, destacou o comunicado.

“As polícia Civil e Militar estão monitorando as barragens em tempo real para, em caso de mudança na situação, haja aviso por meio de sirenes para que a população possa se deslocar de forma organizada e ordeira”, afirmou Godinho.

Fonte: Por Agência Brasil   Foto Washington Alves/Reuters/Direitos reservados