Hoje é Dia: veja datas e feriados de outubro de 2022

Há quase um século, no ano de 1923, o Rio de Janeiro sediou o 3º Congresso Sul-Americano da Criança. Por causa do que foi debatido no evento, o que incluía a necessidade de se proteger os pequenos, a Câmara dos Deputados formulou uma norma para guardar um dia do ano para homenagear a infância. O decreto, de 5 … Leia Mais





Eleitores devem verificar local de votação com antecedência

O Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul – TRE-RS realiza a votação nos 497 municípios do estado, contando com 27.201 urnas instaladas em 8.025 locais cedidos por escolas, clubes e salão paroquiais, entre outros. Mesmo tendo sido realizado um acompanhamento e inspeção destes locais, alguns deles podem ter sofrido algum dano que não … Leia Mais


Brasil atinge 5 milhões de páginas na internet com domínio .br


www, internet,código binário

O domínio .br, que fica ao final de boa parte dos sites brasileiros, atingiu a marca de 5 milhões de registros, de acordo com o Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br).

Com a marca, o .br se firma na 5ª posição entre os códigos de país mais populares do mundo, informou o NIC.br. A entidade sem fins lucrativos, que existe desde 1997, utiliza os recursos obtidos com o registro dos domínios .br para investir em pesquisas e na melhoria da infraestrutura de internet no país.

Atualmente, o domínio .br pode ser associado a mais de 130 semânticas específicas para endereços na internet, atrelados a diferentes setores e atuações específicas. Há opções institucionais, como org.br e ong.br, por exemplo, e opções como med.br, adm.br e adv.br, ligados a categorias profissionais específicas.

Além do mais comum, com.br, as opções para pessoas jurídicas incluem domínios como tur.br, agr.br e far.br, entre outros. Para pessoas físicas é possível registrar endereços terminando em blog.br e wiki.br. É possível ainda especificar por localidade, como rio.br ou manaus.br etc.

Entre as vantagens de utilizar domínios .br, o NIC.br destaca a segurança, com verificações em duas etapas (token), resolução segura de DNS (Sistema de Nomes de Domínio) e criptografia através da tecnologia DNSSEC (Domain Name System SECurity extensions).

O NIC.br possui servidores espalhados pelo Brasil e no exterior – Estados Unidos, Europa e Ásia –, “que garantem rapidez e confiabilidade na resolução de nomes de domínio .br”, disse a entidade, em nota.

Fonte: Por Agência Brasil – Brasília Foto Marcello Casal Jr/Agência Brasil 


Dia para refletir sobre a importância de comunicar a intenção de ser doador de órgãos e de conversar sobre o tema


Foto: Rodrigo Ziebell / Palácio Piratini

Em média, 40% das notificações de mortes encefálicas não são aproveitadas para transplantes no Estado, por negativa de autorização familiar. Somente 30% das notificações se concretizam em doações de órgãos. Neste Dia Nacional da Doação de Órgãos, celebrado em 27 de setembro, criado para conscientizar a sociedade sobre a importância de doar e para estimular a conversa sobre o tema entre familiares e amigos, a fila de pessoas aptas para receber órgãos alcança 2.544 pessoas no RS. Elas esperam por um coração, córnea, fígado, pulmão, rim ou pâncreas – sendo que algumas necessitam de uma combinação de dois órgãos, como pâncreas e rim; fígado e rim; e pulmão e fígado.

Uma cerimônia no Palácio Piratini, às 11h desta terça (27/9), vai homenagear profissionais, equipes de trabalho e entidades no Rio Grande do Sul que atuam nesse segmento, valorizando o trabalho das pessoas que acolhem e apoiam as famílias dos doadores e dos receptores de órgão. Participam o governador Ranolfo Vieira Júnior, a primeira-dama do Estado, Sônia Vieira, e a secretária da Saúde, Arita Bergmann.

De acordo com a legislação brasileira, a liberação da retirada dos órgãos para o transplante depende da autorização da família, cônjuges ou seja familiares em primeiro grau. A autorização dos demais graus de parentesco somente é aceita na inexistência do primeiro grau,  e com justificativa para isso, ou em último caso, por decisão judicial.

Segundo o coordenador adjunto da Central Estadual de Transplantes, Rogério Caruso, a legislação brasileira é uma das mais avançadas em relação a transplantes, funcionando de forma ágil nos grandes centros. “A maior dificuldade está nas localidades mais distantes, com estrutura de saúde mais precária e carente de treinamento”, diz.

O processo padrão para realização de um transplante no Estado envolve quatro setores. O primeiro é o Sistema Nacional de Transplantes (nível federal), que articula, coordena e supervisiona toda a política de transplantes no país. Em cada Estado, existe um representante governamental vinculado a esse sistema, as centrais estaduais de transplantes, que devem ordenar juridicamente, credenciar, auxiliar, manter as equipes de captação de órgãos e as equipes de implantes de órgãos – abarcando todo o processo de regulamentação no Estado. Além de realizar toda a logística para o transporte dos órgãos, por via aérea ou terrestre.

As notificações de mortes encefálicas chegam até as centrais estaduais de transplantes, que dão prosseguimento ao processo. Para dar apoio às centrais, estão instauradas comissões, denominadas de Comissão Intra-Hospitalar para Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes (CIHDOTT), que, por meio de notificações da Central Estadual, são informadas de possíveis mortes encefálicas. A partir desse ponto, dialogam com os familiares. No RS, há cerca de 80 dessas comissões, a maioria nos grandes hospitais.

As CIHDOTTs são coordenadas e supervisionadas pela Organização de Procura de Órgãos (OPO), que facilita o trabalho desenvolvido fornecendo todo o apoio para a realização de um ágil diagnóstico. Sete OPOs estão em operação no Estado, sendo uma apenas cirúrgica.

Quais órgãos podem ser doados
e quem poderá se tornar doador

Os principais órgãos transplantados são rim, fígado, pulmão, coração e pâncreas. Além dos órgãos, é possível doar tecidos, como córnea, esclera, osso, pele e válvula. Outra possibilidade de doação é a de medula óssea.

Para a doação de alguns órgãos, não é necessário o diagnóstico de morte encefálica. Pessoas ainda em vida, com as funções do encéfalo saudáveis, podem doar um dos seus rins, parte do fígado, parte do pulmão e parte da medula óssea. Pessoas que morrem em virtude de parada cardiorrespiratória, podem doar apenas tecidos para o transplante.

Como se tornar um
doador de órgãos

A principal maneira para registrar a vontade para se tornar um possível doador de órgãos é a partir de conversas com amigos e familiares manifestando essa intenção. Outro caminho é se cadastrar no site do projeto Doar é Legal. Para isso, basta informar nome, CPF e já é possível gerar a certidão.

Logo em seguida, é só realizar impressão, assinatura e entregar ou então remeter via e-mail para familiares e amigos. Mesmo sem valor jurídico, o certificado mantém registrada a vontade da pessoa de se tornar uma doadora de órgãos.

Especialistas orientam que, para garantir que o desejo de se tornar doador seja seguido, é importante comunicar familiares e amigos. Conforme Caruso, da central de transplantes, “a maior parte das negativas ocorre em razão de a família não ter conhecimento da vontade de seus familiares de se tornarem doadores de órgãos”.

O programa Doar é Legal incentiva a doação de órgãos e se alia à Secretaria da Saúde do RS na busca pela redução de receptores à espera de órgãos ou tecidos.

• Clique aqui para realizar o cadastro no programa Doar é Legal.

Cursos de capacitação para as equipes
que fazem as entrevistas com as famílias

A Central de Transplantes do Estado realiza cursos de capacitação para as equipes que atuam nas entrevistas com as famílias de pessoas com mortes encefálicas, eventuais doadores de órgãos. As próximas capacitações serão realizadas em Pelotas, Passo Fundo, Caxias e Porto Alegre, em datas a serem definidas.

• Clique aqui e confira todas as informações sobre a doação de órgãos.

Transplantes

O transplante é um procedimento cirúrgico que repõe um ou mais órgãos (como coração, pulmão, rim, pâncreas ou fígado) ou tecidos (medula óssea, ossos ou córneas) de uma pessoa doente (receptor), por outro órgão ou tecido normal de um doador vivo ou morto.

O processo requer atenção permanente e coordenação ágil. Por isso, a Central de Transplantes do Rio Grande do Sul, que integra o Complexo Regulador do Estado, funciona 24 horas por dia, nos sete dias da semana.

ONDE FICA
• Endereço da Central de Transplantes: av. Bento Gonçalves, 3.722 (fundos do Hospital Sanatório Partenon) – bairro Partenon, Porto Alegre

• Telefone: (51) 3353-3030
• Plantão (para notificações dos hospitais quando há provável doador): (51) 3353-3046 e (51) 3353-3047
E-mail: [email protected]

Texto: Giovanni Disegna/Secom Portal RS

Dnit decreta situação de emergência na ponte Internacional Brasil/Argentina em Uruguaiana


O DNIT informa que foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira (23), a portaria que decreta situação de emergência da ponte Internacional Brasil/Argentina localizada no km 725 da BR-290/RS, em Uruguaiana.

A partir da decretação de emergência, que tem prazo de seis meses, o DNIT tem autorização para realizar a contratação dos serviços.

Até que a estrutura seja completamente recuperada, o DNIT alerta que o fluxo de veículos continuará sendo controlado. Veículos leves e pesados devem trafegar a 20 km/h, com espaçamento de 100 metros entre eles.

Como a travessia está operando em meia pista no sistema de PARE e SIGA, desde que foi detectado um rompimento de uma das vigas, o tráfego segue liberado a cada 30 minutos por sentido.

Fonte DNIT

Imagens arquivo ilustrativa


UFSM recebe prêmio internacional de excelência pelo QS Ranking América Latina


Premiação ocorreu após divulgação do ranking, no Espírito Santo

Nesta quinta-feira (22), durante o QS Higher Education Summit: Americas 2022, na Universidade Vila Velha (UVV), no Espírito Santo, a UFSM recebeu o prêmio na categoria “Recognition of Improvement”, um reconhecimento à excelência institucional. A Universidade esteve representada pelo reitor, Luciano Schuch, e pelo assessor do Gabinete do Reitor na Secretaria de Apoio Internacional (SAI), Júlio César Cossio Rodriguez.

Durante o congresso também foi feita a publicação oficial do Ranking de Universidades da América Latina 2023 da companhia britânica Quacquarelli Symonds (QS). A UFSM obteve destaque, avançando 12 posições em relação ao ano anterior: passou da 93ª colocação para a 81ª. No Brasil, está entre as 20 melhores universidades, tanto públicas quanto privadas.

Schuch lembrou que desde 2018 era meta da UFSM estar entre as 20 melhores universidades do país de acordo com o ranking da QS para a América Latina, e destacou o esforço de toda a comunidade, como a Pró-Reitoria de Planejamento (Proplan), Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP), Secretaria de Apoio Internacional (SAI), Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). “Graças ao trabalho de toda nossa comunidade, conseguimos atingir nossa meta em 2022. É um motivo de muito orgulho. Temos que agradecer a todos os pesquisadores e corpo técnico da Universidade por esse objetivo, ou seja, a Universidade cada vez mais representada na sociedade, através da nossa reputação, da empregabilidade dos nossos egressos, da relevância da nossa pesquisa para a sociedade”, avalia.

Além do resultado exitoso obtido no ranking britânico QS, o reitor lembra outras conquistas recentes da UFSM, como a avaliação quadrienal da Capes e o resultado do Enade, “que mostram nossa Universidade cada vez mais próxima de ser de excelência”. Agora, a expectativa é pelo resultado do Índice Geral de Cursos (IGC), cuja meta da UFSM é o conceito 5, também de excelência. “A Universidade não se resume a rankings, mas são importantes porque ajudam a nos posicionar perante nossos pares, outras universidade do Brasil e do mundo”, salienta Schuch, lembrando que a conquista é resultado do trabalho de gestões anteriores.

O QS Higher Education Summit visa reunir líderes e profissionais da área da educação para debater acerca do ensino superior nas Américas. A conferência, que segue até sexta-feira (23), possibilita a troca de experiências e conhecimento de profissionais de diferentes locais do mundo e fomenta novas alianças estratégicas. Também são realizadas palestras e painéis, com transmissão ao vivo, que têm como objetivo discutir o rumo das universidades, com foco no planejamento estratégico, pesquisas, parcerias e novos fluxos de alunos. A programação completa do evento está disponível no site.

Fonte e fotos:

Assessoria de Imprensa
Unidade de Comunicação Integrada
Universidade Federal de Santa Maria

3º Bateraço ocorre neste domingo (25) em Santa Maria


Imagine um um mar de bateristas tocando, em uníssono, clássicos da música, hits atuais e muita energia ao som dos pratos, bumbos, tons e caixas. Assim é o Bateraço, iniciativa de músicos locais que vai reunir, neste domingo (25), no Shopping Praça Nova, a partir das 14h, pela terceira vez, dezenas de apaixonados pelo instrumento barulhento, mas quase indispensável para muitos gêneros musicais. De quebra, o convidado da vez é um velho conhecido dos santa-marienses: Serginho Moah, líder da banda gaúcha de pop e reggae Papas da Língua. 

As inscrições para participar vão até às 18h de sábado (24) e são gratuitas, pois esta edição é financiada pela Prefeitura, por meio da Lei de Incentivo à Cultura 2022 (LIC-SM). Segundo a organização, são 150 vagas e os inscritos concorrem a prêmios. A inscrição deve ser feita através do formulário. O regulamento e a lista de músicas do repertório podem ser acessados pelo link.
 
A secretária de Cultura, Rose Carneiro, afirma que o grupo Bateraço é importante, pois além de trazer uma atividade cultural diferenciada, atua na formação, oferecendo oficinas e também arrecadando roupas, brinquedos e alimentos nos eventos que produz.
 
“Eles  participariam da Campanha do Agasalho, mas a chuva não deixou. Agora teremos a oportunidade de ver e ouvir o Bateraço novamente. Mostra o quanto Santa Maria tem valor artístico. O Bateraço é diferenciado, há eventos mundiais que fazem essa reunião e eles colocam Santa Maria nessa rota de eventos grandiosos de bateristas”, elogia.
 
Um dos fundadores do Bateraço, Rafael Bisogno, comenta que a terceira edição é muito celebrada, já que o projeto foi prejudicado pela pandemia, por reunir muitas pessoas no mesmo espaço, e agora, poderá ter número recorde de participantes.
 
“O Bateraço é um evento democrático, onde várias baterias tocam juntas, uma ao lado da outra, sem distinção de estilo e nível musical e que possui, como pilar filosófico, a ideia de ser um evento inclusivo, acessível e agregador. Desde a primeira edição, em 2019, observamos que o Bateraço era mais do que um evento, e sim um movimento e desde então, foram realizadas ações sociais para a arrecadação de alimentos, roupas e brinquedos, os quais foram doados para comunidades carentes”, avalia o músico.
 
O evento é gratuito, sendo solicitado aos participantes a doação de 1kg de alimento não perecível ou um brinquedo (em bom estado), que será destinado a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais – APAE.

Confira a programação do 3º Bateraço
14h – Credenciamento dos participantes
15h – Duelo de baterias e o BateraOkê
16h – Workshop “Accenting The Weaker Side” com Nina Pará
17:30h – Concurso de AirDrums
18h – Show do Bateraço e Serginho Moah

Texto: Rodrigo Ricordi 
Foto: 
Arquivo/PMSM