Skatistas reunem-se no gabinete da prefeitura de Júlio de Castilhos

Um grupo de jovens skatistas de Júlio de Castilhos, participaram de uma reunião no Gabinete Municipal com a Assessoria de Comunicação e o Setor de Projetos da Secretaria da Fazenda para tratar da construção da Pista de Skate junto ao Parque João Vieira. Os jovens apresentaram ideias para o modelo da pista, a fim de … Leia Mais




Veja programação religiosa semanal da Paróquia Nossa Senhora da Piedade

Paróquia Nossa Senhora da Piedade de Júlio de Castilhos divulga a programação religiosa da semana. Terça-feira 06/08 – Missa com visitação de Nª Srª Da Piedade no Hospital Bernardina Salles de Barros às 17h.  Reunião do Conselho paroquial e coordenadores da festa e festeiros – 18h30min. Quarta-feira 07/08 – 1ª quarta do mês, reunião dos … Leia Mais


Realizada em Júlio de Castilhos a Cavalgada da Fé de Santa Clara

No domingo 04 e agosto de 2019, acontece a festa de Santa Clara, com a realização da 2ª Romaria de Santa Clara, na comunidade do Portão, interior de Júlio de Castilhos. A tradicional festa da capela Santa Clara na comunidade do Portão interior de Júlio de Castilhos, acontece há vários anos e pessoas se doam incansavelmente para que tudo … Leia Mais


Plantio do trigo está encerrado no RS. 5,0 mil hectares em Júlio de Castilhos


Nesta safra, a área inicialmente estimada para o cultivo do trigo é de 739,4 mil hectares, cujo plantio foi encerrado nesta semana no Estado. De acordo com o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (01/08), de modo geral, as lavouras se desenvolvem bem, apesar da heterogeneidade das chuvas e do frio nos últimos dois meses no Rio Grande do Sul. A publicação traz nesta edição o desenvolvimento detalhado da cultura em cada região.

Na regional da Emater/RS-Ascar de Ijuí (30% da área do Estado), que engloba os Coredes Alto Jacuí, Celeiro e Noroeste Colonial, a cultura vem apresentando bom desenvolvimento vegetativo com um bom stand de plantas. Em 98% da área de 221 mil hectares a cultura encontra-se na fase de desenvolvimento vegetativo (final do estádio de perfilhamento e iniciando elongação) e 2% no início da floração. Durante a semana, os produtores deram continuidade a tratos culturais, tais como adubação nitrogenada, controle da ervas daninhas e controle de doenças, nas áreas com boa umidade no solo. No município de Ijuí e Três Passos, observou-se o ataque da lagarta-rosca, e os produtores estão enfrentando dificuldades técnicas para o controle eficiente. Os municípios de Joia e Cruz Alta, respectivamente com 18 mil hectares e 15 mil hectares, têm a maior área cultivada na região. 

Na regional de Santa Rosa (27% da área de trigo do Estado), que compreende os Coredes Fronteira Noroeste e Missões, 97% das lavouras estão em desenvolvimento vegetativo (perfilhamento e iniciando elongação) e 3% da área encontra-se em florescimento. De modo geral as lavouras evoluíram em relação à semana anterior, devido à boa umidade no solo que possibilitou a aplicação de adubação em cobertura. Assim, com o frio e a umidade do solo, reduziram-se os ataques de lagartas. O desenvolvimento da cultura requer monitoramento semanal em relação a pragas e doenças. Os produtores não realizaram pulverizações preventivas para doenças no trigo na região. Os municípios de maior área na região são Giruá, com estimativa de cultivo em 23 mil hectares, e São Luiz Gonzaga e São Miguel das Missões, em 18 mil hectares cada. 

Na regional de Frederico Westphalen (14% da área no Estado), que corresponde aos Coredes Rio da Várzea e Médio Alto Uruguai, em 97% das lavouras o trigo está em desenvolvimento vegetativo (perfilhamento e alongamento do colmo) e em 3% delas, em início da floração. Produtores realizam adubação em cobertura, aplicação de fungicidas preventivos e herbicidas visando o controle de invasoras, principalmente o azevém e a aveia. Na região, Palmeira das Missões (com nove mil hectares), Chapada (6,5 mil hectares) e Boa Vista das Missões (com seis mil hectares) são os municípios com a maior estimativa de área cultivada na região. 

Na regional de Passo Fundo (6,5% da área com trigo no Estado), que engloba os Coredes Produção e Nordeste, a cultura está em fase de germinação e desenvolvimento vegetativo. Os produtores realizam monitoramentos habituais de pragas e doenças, e a aplicação de adubação em cobertura e em algumas lavouras utilizando tratamentos fitossanitários. No entanto, a baixa precipitação ocorrida na região (em média 26,9 mm, segundo a estação meteorológica da Embrapa Trigo de Passo Fundo) entre 14 e 29 de julho dificultou o bom desenvolvimento da cultura do trigo. Os municípios de Almirante Tamandaré do Sul, Lagoa Vermelha e Coxilha (com quatro mil hectares, 3,8 mil hectares e três mil hectares, respectivamente), são os municípios com maior estimativa de área. 

Na regional de Santa Maria (5,5% da área do Estado), que engloba os Coredes Central, Vale do Jaguari e Jacuí Centro, em 95% da área as lavouras encontram-se na fase de desenvolvimento vegetativo (perfilhamento e alongamento de colmos) e 5% no início da floração. Na última semana ocorreu excesso de chuvas e houve dias com baixa luminosidade na região. Essas condições contribuíram para aumentar a pressão de doenças fúngicas na cultura do trigo. Por isso, os produtores aumentaram o monitoramento das lavouras.

Na região, as maiores áreas estão situadas nos municípios de Tupanciretã, com 14,8 mil hectares; Santiago, com 5,5 mil hectares; e Júlio de Castilhos e Capão do Cipó, com estimativa de cinco mil hectares de área cultivada com trigo em cada município. 

Em toda a área cultivada na regional de Bagé (5,1% da área com trigo no Estado), que engloba os Coredes Campanha e Fronteira Oeste, as lavouras encontram-se na fase de desenvolvimento vegetativo (perfilhamento e alongamento dos colmos). As precipitações constantes na região Sul do Estado resultaram em excesso de umidade e baixa luminosidade diária, deixando os produtores em alerta. Os municípios com maior estimativa de cultivo são São Borja, com 13 mil hectares; Itaqui, com seis mil hectares; e São Gabriel, com quatro mil hectares de área cultivada com trigo.

Na regional de Caxias do Sul (4% da área do Estado), que corresponde aos Coredes Campos de Cima da Serra e Hortênsias, a semeadura foi concluída antes do final do período recomendado pelo zoneamento agrícola, que se estende até 20 de agosto nos municípios dos Campos de Cima da Serra. As condições ambientais foram muito favoráveis para a realização da semeadura em todo o mês de julho. O período foi de temperatura amena, com pouca chuva, porém com umidade suficiente para a germinação e o desenvolvimento inicial das lavouras. Sob tais condições, apresentam bom desenvolvimento vegetativo até o momento, mantendo a perspectiva de bons rendimentos. A produtividade média esperada para a região da Serra e Campos de Cima da Serra é de 3,5 toneladas por hectare. Em área de produção, o destaque fica com os municípios de Muitos Capões, com estimativa de 13 mil hectares de área cultivada, seguido de Vacaria, com cinco mil hectares, e de Esmeralda, com dois mil hectares. 

Na regional de Erechim (com 3,3% da área do Estado), que corresponde ao Corede Alto Uruguai, as lavouras estão na fase de desenvolvimento vegetativo. De modo geral, as lavouras de trigo encontram-se com bom desenvolvimento e os produtores realizam os tratos culturais, tais como o controle de invasoras e a aplicação de adubação em cobertura. Os municípios com a maior área cultivada da região são Sertão – estimados quatro mil hectares com cultivo de trigo; Campinas do Sul, três mil hectares; e Cruzaltense, dois mil hectares. 

Na regional de Soledade (com 3% da área com trigo no Estado), que engloba os Coredes Alto da Serra do Botucaraí e Vale do Rio Pardo, a cultura foi beneficiada com chuvas ocorridas no início da semana, que elevaram o nível de umidade do solo, e dias ensolarados, no final da semana. A partir destas condições favoráveis, a cultura apresentou bom desenvolvimento vegetativo. Com tal quadro geral, os produtores estão realizando os tratos culturais como adubação em cobertura e controle de invasoras de forma mais eficiente. Em casos pontuais, foram registradas lavouras com a incidência da lagarta Spodoptera, conhecida também como lagarta-do-cartucho; consequentemente foi necessário o controle químico. Na regional, Espumoso (com estimativa de 11 mil hectares), seguido de Victor Graeff (com três mil hectares) e Soledade (com 2,5 mil hectares) são os municípios com maior estimativa de área cultivada. 

Fnte e foto Assessoria de Imprensa da Emater/RS-Ascar
Jornalista Taline Schneider

 


Pesquisadores NEA IFFar J.Castilhos apresentam trabalho no 57° Congresso da SOBER em Ilhéus – Bahia


O NEA Arapuã e estudantes do Campus Júlio de Castilhos participaram do 57° Congresso da Sociedade Brasileira de Economia, Administração e Sociologia Rural (SOBER), que aconteceu  de 21 ao 25 de julho em, Ilhéus – Bahia, na Universidade Estadual de Santa Cruz – UESC.  O tema  dessa edição  foi “ Agricultura, Alimentação e Desenvolvimento”. O SOBER é o congresso da maior sociedade científica voltada ao agronegócio no Brasil.

Durante o evento foram apresentados:

1- Os desafios e os problemas enfrentados na produção leiteira do assentamento Santa Júlia, Júlio de Castilhos, RS.

Apresentado por Taiza Steffanello Manfio, estudante do curso CST Gestão do Agronegócio do IFFar campus JC e integrante do NEA ARAPUÁ e escrito em co-autoria com Rayssa Tormes do Amarante (aluno da Licenciatura em Ciências Biológicas), Raquel Tormes do Amarante (Aluna do CST Produção de Grãos) e Tatiana Aparecida Balem (Professora Orientadora).  O artigo é resultado de um projeto de pesquisa financiado pela FAPERGS, o qual a estudante Taiza é bolsista.

2– Perfil socioeconômico, motivações e grau de satisfação de consumidores em relação a feira de produtores do município de Júlio de Castilhos.

Escrito por Thiane Bastos, mestranda em Extensão Rural pela UFSM e integrante do NEA ARAPUÁ, com co-autoria de Gisele Martins Guimarães e Andrea Cristina Dorr (professoras da UFSM) e  Tatiana Aparecida Balem.  Esse foi apresentado por Tatiana Aparecida Balem professora do IFFar JC e coordenadora do NEA ARAPUÁ.

Fonte e fotos ASCOM IFFar Campus J.Castilhos (Site)


Aluna do IFFar J.Castilhos é premiada em Congresso Brasileiro de Ornitologia


A aluna do curso de Ciências Biológicas do Campus Júlio de Castilhos, Ivana Cardoso da Silva, recebeu o prêmio de melhor comunicação oral de estudante de graduação no XXVI Congresso Brasileiro de Ornitologia, realizado de 8 a 12 de julho em Vila Velha (ES). A participação de Ivana no congresso foi viabilizada pelo financiamento da Sociedade Brasileira de Ornitologia (SBO), concedido a apenas sete estudantes do país. 

O trabalho “Ambientes de borda criados por insularização florestal abrigam avifaunas empobrecidas” foi escrito com o professor do IFFar, Anderson S. Bueno, e com o professor da University of East Anglia, Carlos A. Peres. Os dados analisados na pesquisa são oriundos do projeto desenvolvido no Estado do Amazonas, do qual a aluna fez parte no segundo semestre de 2016.

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A experiência na Amazônia

De julho a dezembro de 2016, a aluna participou do Programa de Voluntariado do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) na Reserva Biológica do Uatumã, no lago e no entorno da Usina Hidrelétrica de Balbina, localizada no município de Presidente Figueiredo, no Estado do Amazonas.

Figura 2

Durante esse tempo, Ivana integrou o projeto “Impactos ecológicos da Usina Hidrelétrica de Balbina em assembleias de aves florestais”, que já vinha sendo desenvolvido desde 2015 sob coordenação e supervisão do professor do IFFar Anderson S. Bueno.

O objetivo do projeto era determinar os impactos ecológicos de longo prazo do represamento do rio Uatumã em espécies de aves florestais. Para isso, foi avaliada a diversidade dos conjuntos de espécies de aves localizadas em áreas preservadas de floresta contínua e em ilhas florestais do reservatório da usina. Ao longo do semestre, foram realizadas amostras em 38 sítios, onde eram instaladas redes de neblina e realizadas as amostragens, que duravam das 6h às 15h.

“Revisávamos as redes a cada uma hora procurando aves capturadas e, quando encontrávamos, com cuidado, as tirávamos da rede e colocávamos em um saco de algodão, anotávamos a hora e o número da rede em que a ave caiu e as levávamos para acampamento onde passávamos o dia. Lá, pesávamos a ave, medíamos a largura do tarso, o comprimento total da ave, da asa, da cauda, do bico. Depois de medir, marcávamos a ave com um anel numerado, chamado de anilha”, explica Ivana.

Figura 1

Terminado o trabalho de campo, a aluna retornou para sua cidade e começou a estudar mais sobre o tema e a analisar os dados. “Também desenvolvi habilidades analíticas e de redação para poder produzir os estudos que vieram a seguir. Boa parte do aprendizado que adquiri durante esse período devo a nossa equipe de campo, que se tornou minha segunda família”, finaliza a aluna.  

Saiba mais sobre o projeto premiado

Com o represamento de um rio, grandes áreas de floresta são inundadas, como ocorre em Balbina, no Amazonas. As partes mais altas do relevo viram fragmentos isolados por uma matriz contrastante (água). A partir dessa mudança, os fragmentos passam a sofrer com os efeitos de borda, como aumento da luminosidade e temperatura e diminuição da umidade, resultantes da interação entre dois ambientes adjacentes (matriz e fragmento), gerando uma área de ecótono (borda do fragmento). Ambientes de borda podem conter maior riqueza por abrigarem espécies dos dois ambientes adjacentes.

Porém, em ilhas florestais, a contribuição da matriz como fonte de indivíduos é bastante reduzida. Por esse motivo, os pesquisadores testaram a hipótese de que, em uma paisagem florestal insularizada, ambientes de borda abrigam composição distinta e menor riqueza e abundância de aves de sub-bosque do que ambientes de interior de fragmento, além de investigarem se a contribuição da matriz como fonte de indivíduos é pequena. Os 38 sítios analisados foram classificados em ambientes de borda (total=19) e ambientes de interior (total=19).  

Cada sítio foi visitado duas vezes, entre julho e dezembro de 2015 e 2016, onde foram capturados 2115 indivíduos de 130 espécies. Os investigadores compararam a riqueza em nível de habitat e sítio e abundância em nível de sítio utilizando curvas de rarefação e test-t. Sintetizaram a composição de espécies usando uma ordenação multivariada (NMDS) e realizaram uma comparação entre os ambientes utilizando modelo linear generalizado (GLM).

Ivana explica que a riqueza foi maior em ambientes de interior de fragmento em nível de habitat e sítio, assim como a abundância. Já a composição foi diferente entre os ambientes.

“O baixo número de espécies não-florestais capturadas em ambientes de borda (total=13) evidencia a pequena contribuição da matriz, explicando a menor riqueza e abundância. Assim, a composição de espécies em ambientes de borda se caracterizou majoritariamente por um subconjunto de espécies florestais ao invés de espécies não-florestais”, explica a aluna.

Dessa forma, o resultado do trabalho demonstrou que, em paisagens insularizadas, fragmentos florestais mais expostos aos efeitos de borda tendem a abrigar avifaunas empobrecidas, porque a perda de espécies dentro do fragmento é maior do que o ganho de espécies provenientes da matriz.

 Fonte e fotos por Denise Xavier
Gabinete da Direção Geral
Instituto Federal Farroupilha – Campus Júlio de Castilhos


Escola Maria Rainha tem aula no laboratório IFFar campus J.Castilhos


No dia 27/07/2019, os alunos da 6ª série da Escola Maria Rainha de Júlio de Castilhos, visitaram o Laboratório de Bromatologia do Instituto Federal Farroupilha, sob a orientação da Professora Drª Mariane Ugalde.

Oa alunos conheceram as dependências do laboratório, as normas de segurança e realizaram algumas práticas para compreender as reações e os processos de separação de misturas.

Para completar a manhã animadíssima e cheia de descobertas, os alunos fizeram um lanche e um passeio pelo Campus, onde se encantaram com tudo o que vivenciaram.

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Fonte e fotos Imprensa Escola Maria Rainha (Site ) Rede Notre Dame (reprodução)


Liziane Fruet representou a ACCIJUC na 1ª etapa da Capacitação Metodologia Empreender na Federasul


Nos dias 22 e 23 de julho de 2019 a Associação Comercial e Industrial de Júlio de Castilhos, representada pela consultora de negócios Liziane Fruet esteve presente na Federasul, onde participou da 1ª etapa da Capacitação Metodologia Empreender.

O Empreender é um programa da CACB, em parceria com o SEBRAE, que visa o fortalecimento da micro e pequena empresa ao reunir empresários de um mesmo município nos chamados núcleos setoriais. Neles, os empresários discutem seus problemas e buscam soluções conjuntas com apoio de um profissional vinculado à entidade empresarial.

O programa funciona no Brasil há mais de 20 anos, tendo atendido aproximadamente 70 mil empresas em todas as unidades federativas, e já foi premiado internacionalmente como um dos melhores projetos para o desenvolvimento de micro e pequenas empresas, pelo ICC (International Chambers of Commerce), em Paris.

Hoje em Júlio de Castilhos o Núcleo das Mulheres Empreendedoras já esta em movimento construindo seu desenvolvimento dentro a metodologia do programa Empreender.

Fonte e foto Camila Appel, executiva da Accijuc