Bonekas FC é campeã do 1º Torneio Municipal Feminino de Futebol 7

O Governo Municipal de Júlio de Castilhos, através do Departamento Municipal de Desporto-DEMUDES, realizou no último domingo,15, no estádio Municipal Miguel Whairich Filho o 1° Torneio Municipal Feminino de Futebol Sete. O torneio contou com 06 equipes sendo elas: Macleres (A e B), Bonekas (A e B), Barcelona e Alvorada. No início da manhã ocorreu … Leia Mais



Cineasta, Tupanciretanense filma série “Chuteira Preta” em Porto Alegre

Conhecido e reconhecido com um dos diretores mais talentosos da atualidade no Sul do País, Paulo Nascimento é um dos realizadores que tem apostado em produções que transcendem as telas dos cinemas. Nascido em Tupanciretã, em 1964, tornou-se cineasta, produtor e roteirista e enfrenta, neste momento, um desafio importante: realizar 13 episódios da nova série … Leia Mais


Associação Gaúcho de Futsal anuncia a contratação de Fisioterapeuta

Por de trás de um atleta ativo e saudável existe uma equipe e um fisioterapeuta comprometido. Este profissional trabalha duro para que o esportista consiga sua melhor performance sem descuidar do seu bem-estar. Isso significa que a fisioterapia esportiva exerce um papel insubstituível no esporte e que esse é o tema deste conteúdo. Com este … Leia Mais


Toma posse o Conselho Municipal do Turismo de Júlio de Castilhos


No início da manhã desta segunda-feira,09, ocorreu no Gabinete do Prefeito a cerimônia de posse do Conselho Municipal do Turismo, onde contamos com a presença do Prefeito João Vestena, Vice-Prefeita Maria de Fátima Ferreira, Presidente da Câmara Municipal de Vereadores Dráusio Portella Brandão, Procurador Jurídico Osni Nunes Cardoso, Controlador Interno Esequiel Cocco, Secretário Municipal de Agricultura, Turismo e Desenvolvimento Econômico José Geraldo Ozelame, Secretária de Educação Rosemari Montagner Casarin, Assessores e Membros do Conselho.

De acordo com a Portaria 354/2018 o Prefeito João Vestena, deu posse aos novos membros do Conselho Municipal de Turismo, instituído pela Lei nº 3.525 de 29 de julho de 2017, pelo período de 02 (dois) anos para os representantes dos usuários e 04 (quatro) anos para os governamentais, conselho este formado por entidades governamentais e usuários, órgãos promotores de eventos, prestadores de serviços e entidades afins.

Entidades Governamentais:
Secretaria de Agricultura: José Geraldo Ozelame
Secretaria de Educação: Rosemari Montagner Casarin
Secretaria da Fazenda: Titular: Luis Roberto da Silva Dutra; Suplente: Josiane dos Santos
Secretaria de Obras, Serviços Públicos e Trânsito: Carlos Eduardo Trindade Roballo
Secretaria de Saúde: Fátima Eloá da Silva

Usuários, órgãos promotores de eventos, prestadores de serviços e entidades afins:
ACCIJUC: Nei Langaro;
EMATER: Alex Maquiel Klein;
Entidades promotoras de eventos culturais e/ou esportivos: Francisco Cezar Abade;
Meios de Comunicação Social: João Alcir Batista;
Sindicato dos Trabalhadores Rurais: Arnaldo Coelho Bertoldo.
A Diretoria será formada pelos membros do conselho em uma reunião.

Segundo o Secretário Municipal da Agricultura, Turismo e Desenvolvimento Econômico, José Geraldo Ozelame, este conselho é de grande relevância para nossa cidade, tendo em vista que o município está inscrito no cadastro do turismo nacional. Já o Prefeito João Vestena destacou que o município de Júlio de Castilhos é um local atrativo para o turismo, tendo em vista a existência de locais estratégicos para tal finalidade, motivo pelo qual o Conselho Municipal do Turismo foi instituído.

Informações e fotos Assessoria imprensa PMJC


Ex-babá, judoca Maria Portela quer medalha nos Jogos de Tóquio em 2020


Maria Portela precisou aprender desde cedo a superar as dificuldades que a vida lhe apresentava. Ela nasceu em uma fazenda no interior do Rio Grande do Sul no fim da década de 1980. Quando tinha apenas seis anos de idade, perdeu seu pai. Sua mãe passou a sustentá-la, com mais três irmãos, sem a ajuda de ninguém. Além de lidar com a morte prematura do pai, a gauchinha que gostava de jogar taco com seus amigos na rua teve de se mudar do local onde nasceu, a cidade de Julio de Castilhos, para a periferia de Santa Maria, a quase 300 quilômetros de distância da capital Porto Alegre. Foi lá que ela teve o seu primeiro contato com o mundo do judô, mesmo sem nunca ter pensado em praticar o esporte.,

“Minha mãe precisou trabalhar de empregada doméstica para sustentar todos nós”, diz hoje Maria Portela, que, aos 30 anos, se tornou uma das principais judocas do País em atividade e que no último mês conquistou a medalha de ouro no Grand Slam de Ecaterimburgo, torneio realizado na Rússia.

Maria Portela

                                                                      Maria Portela. Foto: Gabriela Sabau/IJF

Ainda na infância, para ajudar sua mãe, Sirlei, que passava a maior parte do dia longe de casa no trabalho, a judoca passou a dividir o seu dia a dia entre os estudos e as tarefas de casa. “Ela também começou a trabalhar de empregada doméstica para sustentar todos nós”, conta a mãe cheia de orgulho. Dois anos mais tarde, aos oito anos, Maria passaria menos tempo em sua casa de madeira, com goteiras e com piso do chão de terra batida, para começar sua trajetória no esporte. O convite partiu de um projeto social chamado “Mãos Dadas” e chegou até ela pela coordenadora da instituição, Aglaia Pavani.

Mesmo com pouca idade, a menina viu no judô uma chance de ouro para mudar de vida. “Eu sempre tive esse sonho de participar de uma Olimpíada, mas não sabia como”, conta. Determinada a seguir sua ambição, ela se mudou de cidade em cidade e passou a trabalhar como babá de duas crianças para conseguir pagar as despesas para viver em Santa Catarina, primeiro em Criciúma, depois em Joinville e, por fim, na capital Florianópolis. “Foi nesse momento que o judô parou de ser brincadeira pra mim e passou a ser coisa séria”, admite a gaúcha. No Estado vizinho ao seu, ela cuidava dos bebês durante parte do dia e com o dinheiro conseguia se manter, além de treinar duro após o expediente de trabalho.

Suas lutas nos tatames chamaram a atenção de gente graúda no esporte e as portas foram se abrindo – ela diz que “as pessoas certas foram aparecendo” em sua vida. Mudou-se para São Paulo e passou a treinar no Centro Olímpico, onde teve a orientação de Henrique Guimarães, medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de Atlanta, nos Estados Unidos, em 1996. Ela ainda passou a dividir o tatame com competidores consagrados, como o bicampeão mundial João Derly. Maria se refere aos dois como “anjos” que a ajudaram a chegar à seleção, em 2007. “Na verdade, depois que eu entrei na seleção, as maiores dificuldades começaram a surgir”, relembra “Raçudinha”, apelido dado por Derly pela maneira como age quando está no tatame.

Com 1,58m de altura, Maria Portela hoje tem consciência do que a atrapalhou: a convivência com a insegurança. “Eu sou a mais baixa da minha categoria, então tive que me encontrar nisso. Por muito tempo eu me cobrei muito e me comparei com as minhas colegas”. Além disso, seleção é rendimento, como ela faz questão de lembrar. E as competidoras eram ainda mais altas fora do País. Então as derrotas começaram a se repetir. Sempre em momentos decisivos, batendo na trave. “Era sempre por um shidozinho (punição do judô). No Mundial a luta que eu perdi para a japonesa foi por isso. Na Olimpíada do Rio também”, analisa.

Maria Portela

                                                                 Maria Portela quer chegar bem em Tóquio. Foto: Gabriela Sabau/IJF

O Mundial de Judô que ela se refere foi em setembro do ano passado. Depois da derrota na busca do bronze, Maria se cansou e procurou ajuda. Desde então tem tido o acompanhamento de sua coach Nell Salgado e já sente grandes diferenças. “Eu acho que isso me deu tranquilidade porque a ânsia de querer provar que tinha potencial, que eu tinha condições de lutar, me atrapalhava”, conta ela.

O fator psicológico tem dado certo. Nos últimos seis meses, Maria já conquistou dois ouros: um World Masters de 2017, além do Grand Slam de Ecaterimburgo. A medalhista vem de nove vitórias seguidas e também conquistou algo que ela admite nunca ter imaginado, o primeiro lugar no Ranking Mundial da Federação Internacional de Judô em sua categoria, peso médio feminino (até 70kg). “Eu fiquei muito feliz, tive vontade de sair correndo e gritando, mas sei que o maior desafio agora é manter essa liderança. Para isso só tem um jeito: ser constante. Então meu foco agora é na próxima competição, o Grand Prix de Honhot, na China”, comentou a judoca.

O próximo passo é o Mundial em Baku, no Azerbaijão – ela sabe que vai ser difícil. Afinal, já participou de seis edições. “Mas tenho certeza que se eu fizer tudo do jeito que estou treinando e me mantiver tranquila, a medalha vai ser uma consequência”, analisa, cheia de confiança e com um sorriso no rosto. Depois disso ela só pensa em uma coisa, no maior sonho de todos. “Meu sonho? Essa pergunta é fácil (risos)… quero ser medalhista olímpica. A dourada ainda é melhor, né? É para isso que eu trabalho todos os dias. Para 2020, em Tóquio.”

Reportagem por: Catharina Obeid, O Estado de S.Paulo


Escola Maria Rainha recebeu visita Superiora Provincial de Canoas


Nos dias 6, 7 e 8 de abril, a Escola Maria Rainha, de Júlio de Castilhos, recebeu uma visita muito especial. Ir. Vânia Maria Dalla Vecchia, Superiora Provincial da Província Nossa Senhora Aparecida de Canoas, fez sua visita anual.

Durante a visita a Irmã teve oportunidade de encontrar-se com os alunos do turno da tarde, da Escola Maria Rainha. Por meio de um rápido e simples encontro com as turmas, a irmã conseguiu trocar algumas ideias com as crianças e experienciar o carinho e o amor dos alunos por meio de muitos abraços, beijos, sorrisos e cartões. 

Durante o final de semana Irmã Vânia Maria permaneceu na comunidade das Irmãs para partilha da caminhada da comunidade e participou das celebrações Eucarísticas da Paróquia Nossa Senhora da Piedade de Júlio de Castilhos. Que o bom Deus continue a iluminar e conduzir a vida e os trabalhos da Irmã Vânia. Nossa comunidade Escolar é muito grata pela visita recebida e por todo carinho, destaca a direção da Escola Maria Rainha.

Crédito informações e fotos Comunicação Congregação Irmãs Notre Dame


Equipe da 8ª Cre Santa Maria, participa de reunião em Júlio de Castilhos.


Na ultima quarta-feira dia 4 de março, reuniram-se Ministério Público, 8 Coordenadoria Regional da Educação, Secretaria de Educação de Julio de Castilhos , Diretores das escolas estaduais e municipais e a rede de proteção aos menores.

Na oportunidade foram discutidas estratégias para implementação de ações que visem a correção de fluxo idade/série. O Coordenador da 8 Cre, Prof Jose Luis Viera Eggres manifestou-se ” destacamos a importância da reunião como forma de otimizar e integrar as ações da rede municipal, estadual, MP e rede de proteção.

Afinal todos temos o mesmo objetivo que é promover educação de qualidade aos nossos jovens e crianças. Juntos seremos mais eficientes.”

Credito informações e fotos: Comunicação 8ª CRE


Soja com sotaque italiano, com família de Nova Palma associada C.Vale


Família de Nova Palma conseguiu rendimento médio de 70 sacas/hectare

Na região que é um dos berços da colonização italiana, o que não falta é gente contando “causos” misturando português com dialeto vêneto entre um gole e outro de chimarrão. Encravada no coração do Rio Grande, a pequena Nova Palma abriga até um Centro de Pesquisas Genealógicas, que já catalogou aproximadamente 50 mil famílias daqueles que começaram a chegar à região central do território gaúcho em 1875. Entre elas estão os Pegoraro e os Rossato, duas das mais numerosas famílias do município de 6.600 habitantes. O casal produz soja e trigo em 220 hectares entre as comunidades de São Francisco, Linha Base e São Cristóvão. Na safra 2016/17, o rendimento da soja ficou em 70 sacas/hectare. “Foi a melhor média que já consegui”, conta o produtor. O trigo, porém, foi por ventos e granizo abaixo. “Perdi praticamente toda a lavoura”, prossegue Gelci.

Em janeiro de 2017, o casal esteve em Palotina e participou do Dia de Campo de verão. “Eu já conhecia a cooperativa de uns 30 anos. Tenho parentes no Paraná”, revela o produtor. Depois de se associar à C.Vale, Gelci passou a comprar os adubos e agroquímicos da unidade da cooperativa em Júlio de Castilhos, a 40 quilômetros de sua propriedade. “Tu tem que negociar com quem te dá segurança”, aconselha o produtor. A chegada da C.Vale trouxe, também, maior acesso a orientação técnica. “A assistência do pessoal é muito boa”, elogia.

Enquanto o marido administra a lavoura, a esposa Odila cuida da casa. Volta e meia, ela prepara polenta com fortaia (mistura de ovo e salame), uma comida típica italiana. Aos domingos, o churrasco é o prato principal e a filha Fernanda, de 26 anos, que é nutricionista, deixa Santa Maria, onde mora e trabalha, para degustar a carne preparada pelo pai. “Sem churrasco não se passa o fim de semana”, assegura Gelci.

Para 2018, o “talian” de Nova Palma não espera rendimento tão bom da soja quanto na safra anterior. “Vai quebrar uns 20%”, calcula, explicando que a lavoura sofreu com a estiagem em janeiro.

Texto e foto Comunicação -Imprensa-  C.Vale (Divulgação)