Atividades presenciais seguem suspensas na UFSM até 30 de novembro

Através da apostila à portaria n°. 98.626, de 25 de setembro de 2020, a UFSM suspende as atividades acadêmicas e administrativas presenciais até 30 de novembro de 2020. As atividades consideradas essenciais pelas unidades/subunidades e necessárias ao funcionamento adequado da instituição poderão ocorrer de forma presencial, sempre que necessário, eventual ou continuamente. Caberá às chefias das Unidades … Leia Mais



ENEM: Salas terão menos participantes que em outras edições

O número de participantes por sala de aplicação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020 será menor do que em anos anteriores. A medida é uma das ações previstas para reduzir os riscos de contaminação pela COVID-19 durante os procedimentos relacionados ao exame. Essa e outras estratégias foram apresentadas no Encontro para Capacitação de … Leia Mais


União Futebol Clube promove dia 08 o 2º Galeto e Risoto Beneficente

O União  Futebol Clube de Júlio de Castilhos, mais uma vez vai se unir nesta luta em prol do Bruno Leal. Contamos a ajuda de todos pra vender fichas, comprar fichas, qualquer ajuda será bem vinda desde já agradecemos entrar em contato com familiares e amigos obrigado. 2º Galeto e Risoto Beneficente, para arrecadar fundos … Leia Mais


Dia de campo online sobre floricultura acontece na quinta (29)

O projeto Flores para Todos, as Equipes PhenoGlad de todo Brasil, a Universidade Federal de Santa Maria, a Emater/RS-Ascar, a Farao-Italy e a Mansuino Breeding Emotions, da Itália, convidam para o Dia de Campo sobre Floricultura: Produzindo Flores, Gerando Alternativas, que ocorre na quinta-feira (29), às 8h30. O evento será totalmente online, no Facebook da Equipe PhenoGlad, … Leia Mais


Tereza Cristina destaca trabalho do Mapa para estimular organização das mulheres no campo


A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) destacou que o Mapa está trabalhando para estimular a organização das mulheres no campo, ao participar nesta segunda-feira (26) do 5º Congresso Nacional das Mulheres do Agronegócio.

Tereza Cristina defendeu o cooperativismo como uma das formas de organização das produtoras rurais para terem acesso a tecnologia, mais crédito e recursos produtivos, desafios enfrentados por elas no campo. Além disso, os setores organizados conseguem se recuperar de forma mais rápida diante de uma crise, como ocorre durante a pandemia do coronavírus. As cooperativas, por exemplo, receberam R$ 60 milhões como crédito extra para capital de giro na pandemia.

A ministra relatou que o setor de hortifrútis enfrentou dificuldades no início da pandemia, em razão do fechamento das feiras livres, mas conseguiu se recuperar por ter se organizado. Ela contou que recebeu sugestões, inclusive, de cooperativas lideradas por mulheres de como deveria ser a retomada das vendas de frutas e hortaliças.

“Onde nós temos a organização, uma cooperativa com mais experiência, fica mais fácil ainda [a recuperação]. Qualquer tipo de organização é mais benéfico, e as coisas acontecem mais rapidamente e os prejuízos são menores”, disse a ministra no encontro virtual. 

No Brasil, 19% dos estabelecimentos rurais são dirigidos por mulheres, totalizando quase 1 milhão que trabalham como produtoras, segundo Censo Agropecuário 2017, do IBGE. A maioria está na Região Nordeste (57%), seguidas pelo Sudeste (14%), Norte (12%), Sul (11%) e Centro-Oeste (6%).

De acordo com Tereza Cristina, o cooperativismo é uma das linhas de ação do AgroNordeste, programa voltado para pequenos e médios produtores da região que já comercializam parte da produção, mas ainda encontram dificuldades para expandir o negócio. A ministra informou que o Mapa está estimulando que grandes cooperativas localizadas no Sul, Sudeste e Centro-Oeste façam parcerias com entidades do Nordeste para troca de experiências.

A ministra da Agricultura de Portugal, Maria do Céu Antunes, destacou também a importância das organizações dirigidas por mulheres e relatou casos de sucesso nas produções de vinho e pera em seu país.

A líder da Aliança das Cooperativas Internacionais na América, Graciela Fernandez, do Uruguai, destacou a forte presença brasileira no cooperativismo e como esse tipo de organização ajuda no enfrentamento das questões de gênero no campo.

As participantes citaram a criação de redes para compartilhamento de bons exemplos e iniciativas, além da troca de experiências entre países. Segundo a ministra Tereza Cristina, o Brasil irá organizar a ida de produtores de queijos a Portugal para aprender técnicas de produção no país.

Rastreabilidade

No evento, a ministra ressaltou a necessidade dos produtores rurais se adequarem às exigências do mercado consumidor globalizado, como a implantação da rastreabilidade dos produtos.

Segundo Tereza Cristina, o Mapa disponibiliza protocolos com orientações para os produtores rurais. “Se não houver crescimento na cadeia de valor, [o produtor] vai ficando para trás. Não tem como fugir disso”, afirmou Tereza Cristina.

Fonte e foto por: [email protected]

Agricultura e Pecuária

IFFar Júlio de Castilhos é contemplado no edital da implantação de incubadoras de base tecnológica


Foi publicado na segunda-feira (26), o edital com o resultado final da implantação de incubadoras de base tecnológica, referente ao Edital Nº 312/2020, de 25 de setembro de 2020. O IFFar Campus Júlio de Castilhos ficou em terceiro lugar e foi contemplado com 35 mil reais.

O edital n º312/2020 fez chamada para submissão de propostas para seleção interna dos campi interessados em apoio financeiro para implantação de incubadoras de base tecnológica.  Os objetivos são implantar novas unidades da Incubadora de base tecnológica nos campi do IFFar; Fomentar a criação de incubadoras, novos negócios e a consolidação de empresas de base tecnológica e o espírito empreendedor no IFFar, caracterizados pela inovação tecnológica e pelo uso de modernos métodos de gestão e Melhorar o ambiente de empreendedorismo na Instituição através da qualificação e ampliação dos números das Incubadoras de base tecnológica dos campi.

Edital nº 340.2020 – Resultado Final.pdf 

Fonte ASCOM IFFar Campus Júlio de Castilhos  Imagem Google meramente ilustrativa


Aposentados e pensionistas do RS estão dispensados de fazer a prova de vida em 2020


Reforçando a informação divulgada anteriormente, aposentados, pensionistas e militares inativos vinculados ao Estado e ao Instituto de Previdência do Estado (IPE Prev) estão dispensados de fazer a chamada “prova de vida” – atualização dos dados cadastrais – durante o ano de 2020. A dispensa, decorrente dos efeitos da pandemia, está no Decreto 55.472/2020, de 10 de setembro.

Para evitar dúvidas, o Tesouro do Estado esclarece que, mesmo com a virada do ano, não há necessidade de deslocamento imediato aos bancos, pois a prova de vida só deverá ser realizada no mês do próximo aniversário do inativo no ano de 2021. Por exemplo, o servidor inativo que faz aniversário em outubro só deverá realizar o procedimento em outubro de 2021.

Uma vez por ano, inativos e pensionistas, ou seus procuradores, precisam comparecer a agências do Banrisul para comprovar que estão vivos a fim de se evitar fraudes e pagamento indevido de benefícios. Devido às medidas prevenção e de enfrentamento à pandemia da Covid-19, o processo foi suspenso em março.

Fonte Texto: Ascom Sefaz


Depois de duas semanas, mapa preliminar volta a apresentar bandeira vermelha na 25ª rodada


Mapa preliminar da 25ª rodada: https://distanciamentocontrolado.rs.gov.br.

O número de novas hospitalizações confirmadas por Covid-19 chamou a atenção da equipe que monitora os indicadores de propagação do coronavírus. Entre as duas últimas semanas, o aumento foi de 21% – de 739 para 897 –, o que repercutiu sobre a elevação de 13% de internados em leitos clínicos confirmados com Covid-19. O número de óbitos cresceu 11% entre as duas últimas semanas, subindo de 213 para 236.

No entanto, as internações por síndrome respiratória aguda grave (SRAG) em UTI tiveram queda de 7% e houve relativa estabilidade dos confirmados com Covid-19 em UTI (aumento de apenas 1%). Mesmo contabilizando os pacientes internados por outras causas, ocorreu queda no número de leitos de UTI ocupados. A manutenção do total de leitos de UTI se traduziu novamente em aumento na razão de leitos livres para cada ocupado por Covid-19.

O monitoramento diário desses indicadores permitirá ao governo identificar se essas oscilações são situações pontuais ou alguma tendência mais consistente ao longo do tempo. De qualquer maneira, há a necessidade de a população reforçar os cuidados pessoais, como o uso de máscara e a higienização das mãos, e o distanciamento pessoal, além de evitar ao máximo as aglomerações.

O sistema de cogestão do Distanciamento Controlado segue valendo. Das 21 regiões Covid, apenas Uruguaiana, Bagé e Guaíba não aderiram ao sistema compartilhado. As outras 18 já adotam protocolos alternativos às bandeiras definidas pelo governo – Santa Maria, Capão da Canoa, Taquara, Novo Hamburgo, Canoas, Porto Alegre, Santo Ângelo, Cruz Alta, Ijuí, Santa Rosa, Palmeira das Missões, Erechim, Passo Fundo, Pelotas, Caxias do Sul, Cachoeira do Sul, Santa Cruz do Sul e Lajeado.

As regiões em cogestão classificadas em bandeira vermelha podem adotar regras de bandeira laranja, e as classificadas em laranja podem adotar protocolos de bandeira amarela, basta que enviem protocolos próprios adaptados à Secretaria de Articulação e Apoio aos Municípios (Saam).

Os planos regionais aprovados estão disponíveis em https://planejamento.rs.gov.br/cogestao-regional.

Paralelamente aos pedidos de cogestão, o Estado aceitará pedidos de reconsideração à classificação de risco, que podem ser feitos via associação regional por meio de formulário eletrônico (pelo link https://forms.gle/7Fc5kLb19kC1qdJL7), no prazo máximo de 36 horas após a divulgação do mapa preliminar – até as 6h de domingo (25/10).

A adoção de protocolos alternativos não altera as cores do mapa definitivo, que será divulgado após análise dos recursos pelo Gabinete de Crise, na tarde de segunda-feira (26/10), por meio de notícia publicada no site do governo do Estado. A vigência das bandeiras da 25ª rodada começa à 0h de terça-feira (27/10) e se encerra às 23h59 de segunda-feira (2/11).

Regra 0-0

Conforme o mapa preliminar da 25ª rodada, 57 municípios (do total de 497) estão classificados em bandeira vermelha, somando 681.771 habitantes, o que corresponde a 6% da população gaúcha (total de 11,3 milhões de habitantes).

Desses, 35 municípios (183.582 habitantes, 27% da população em bandeira vermelha) podem adotar protocolos de bandeira laranja, porque cumprem os critérios da Regra 0-0, ou seja, não têm registro de óbito ou hospitalização de moradores nos últimos 14 dias, desde que a prefeitura crie um regulamento local.

Além disso, do total de 440 municípios em bandeira laranja (10.647.834 habitantes, 94% da população do RS), 225 (1.216.695 habitantes, 11% da população em bandeira laranja) podem adotar protocolos de bandeira amarela.

• Clique aqui e acesse a lista de municípios que se enquadram na Regra 0-0.

R01, R02 – Região em Cogestão Júlio de Castilhos

Bandeira laranja – Risco médio

A região encontra-se em um dos dois cenários: 1- Média capacidade do sistema de saúde e baixa propagação do vírus ou 2- Alta capacidade do sistema de saúde e média propagação do vírus.

RESUMO DA 25ª RODADA

Região que apresentaram piora (6):

AMARELA > LARANJA

Bagé: com aumento de 100% no número de internados em leitos clínicos por conta da Covid em comparação com a semana anterior, a região de Bagé perde a classificação de bandeira amarela. A região passou de 5 para 10 pacientes hospitalizados. De modo específico, Bagé obteve classificação de bandeira preta para o indicador que compara o número acumulado de hospitalizações de uma semana para outra (saltou de seis para nove registros no período).
O modelo atribuiu bandeira vermelha à macrorregião Sul no indicador que mede o número de pacientes Covid em leitos de UTI. Eram 16 leitos de UTI ocupados e, agora, são 19. Por outro lado, considerando as demais doenças, as regiões de Bagé e Pelotas conseguiram, juntas, ampliar de 67 para 85 o número de leitos livres para tratamento intensivo.

Cachoeira do Sul (em cogestão): sem registrar nenhum paciente hospitalizado por Covid-19 na semana anterior, agora Cachoeira do Sul apresenta dois casos internados. De uma semana para outra, a região passou de um para dois leitos de UTI ocupados por SRAG.

Palmeira das Missões (em cogestão): o número de internações em leitos clínicos por Covid-19 ao longo dos últimos sete dias mais que dobrou quando comparado ao período anterior – de 10 casos para 21. Nesta quinta-feira (22/10), havia 10 pacientes infectados pelo vírus em leitos clínicos, quando no último dia do levantamento anterior eram apenas quatro. As internações em leito de UTI por Covid subiram de dois para três casos.

LARANJA > VERMELHA

Cruz Alta (em cogestão): em três dos quatro indicadores regionais, Cruz Alta ficou na bandeira preta. Houve elevação de 44% nos registros de hospitalizações para Covid-19 nos últimos sete dias – de 18 para 26. Enquanto o número de internados por SRAG em UTI se manteve estável, em 10 pacientes, se registraram nove internações a mais em leitos clínicos por Covid-19 em relação à semana passada – crescimento de 69%. Também aumentou, de sete para 10, o número de pacientes em UTI. Além disso, nos últimos sete dias, foram registrados três óbitos. No indicador de ativos sobre recuperados, porém, a região obteve bandeira amarela: são 133 ativos para 551 recuperados.

Ijuí (em cogestão): embora não tenha havido grande crescimento no número de hospitalizações na região de Ijuí, o número de internados por Covid-19 em leitos clínicos aumentou de 10 para 17 (70%) de uma semana para outra. Por sua vez, se mantiveram relativamente estáveis os internados por SRAG e por Covid-19 em UTI. Por fim, foram registrados dois óbitos nos últimos sete dias, 246 casos ativos e 450 recuperados.

Santo Ângelo (em cogestão): além do agravamento dos indicadores da macrorregião Missioneira, houve especificamente na região elevação nos registros de hospitalizações para Covid-19 nos últimos sete dias – de 29 para 33. Santo Ângelo registrou aumento de 12 para 15 no número de leitos de UTI ocupados por SRAG. Com isso, houve redução proporcional na disponibilidade de leitos destinados ao tratamento intensivo de pacientes: agora são 12 unidades livres e, na semana passada, eram 15.

Regiões que permanecem iguais (15)

BANDEIRA LARANJA

Porto Alegre (em cogestão)
Canoas (em cogestão)
Novo Hamburgo (em cogestão)
Santa Rosa (em cogestão)
Capão da Canoa (em cogestão)
Taquara (em cogestão)
Caxias do Sul (em cogestão)
Passo Fundo (em cogestão)
Santa Maria (em cogestão)
Guaíba
Lajeado (em cogestão)
Pelotas (em cogestão)
Santa Cruz do Sul (em cogestão)
Erechim (em cogestão)
Uruguaiana

Região que apresentou melhora (0):
(Nenhuma)

• Clique aqui e acesse a nota técnica com as justificativas de classificações das regiões.

NÚMEROS DA 25ª RODADA

• número de novos registros semanais de hospitalizações confirmadas com Covid-19 aumentou 21% entre as duas últimas semanas (de 739 para 897);
• número de internados em UTI por SRAG reduziu 7% entre as duas últimas quintas-feiras (de 732 para 681);
• número de internados em leitos clínicos com Covid-19 aumentou 13% entre as duas últimas quintas-feiras (de 638 para 721);
• número de internados em leitos de UTI com Covid-19 ficou estável entre as duas últimas quintas-feiras (de 533 para 539);
• número de leitos de UTI adulto livres para atender Covid-19 aumentou 7% entre as duas últimas quintas-feiras (de 722 para 774);
• número de casos ativos aumentou 2% entre as duas últimas semanas (de 10.011 para 10.190);
• número de óbitos por Covid-19 aumentou 11% entre as duas últimas quintas-feiras (de 213 para 236);

As regiões com maior número de novos registros de hospitalizações nos últimos sete dias, por local de residência do paciente, são Porto Alegre (326), Canoas (77), Caxias do Sul (72), Novo Hamburgo (66) e Passo Fundo (53).

Comparativo: situação entre 24 de setembro e 22 de outubro

• número de novos registros semanais de hospitalizações confirmadas com Covid-19 aumentou 13% no período (de 793 para 897);
• número de internados em UTI por SRAG reduziu 16% (de 806 para 681);
• número de internados em leitos clínicos com Covid-19 aumentou 5% (de 688 para 721);
• número de internados em leitos de UTI com Covid-19 reduziu 18% (de 658 para 539);
• número de casos ativos aumentou 4% (de 9.805 para 10.190);
• número de leitos de UTI adulto livres para atender Covid-19 aumentou 13% (de 684 para 774);
• número de óbitos por Covid-19 acumulados em sete dias reduziu 14% no período (de 273 para 236).

Clique aqui e acesse o levantamento completo da 24ª rodada do Distanciamento Controlado.

Texto: Suzy Scarton Portal RS


Tempo seco reduz intensidade de plantio da soja que atinge 5% da área total estimada no RS


O tempo seco fez produtores de soja reduzirem a intensidade da implantação da cultura no Estado. De acordo com o Informativo Conjuntural, produzido pela Gerência de Planejamento (GPL) da Emater/RS-Ascar, vinculada à Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), e divulgado nesta quinta-feira (22/10), em algumas regiões, foi necessária inclusive a paralisação do plantio que já atinge 5% da área total estimada.

A umidade dos solos foi o fator condicionante para a continuidade dos plantios nas regionais da Emater/RS-Ascar de Ijuí, Soledade, Santa Rosa, Bagé, Frederico Westphalen, Santa Maria, Passo Fundo, Pelotas, Porto Alegre e Caxias do Sul. Na de Ijuí, a semeadura praticamente paralisou, sendo realizada apenas nas áreas com irrigação, ainda pouco expressivas em relação à área total a ser cultivada na região.

Com vários dias sem precipitações, a umidade do solo está muito abaixo da ideal para a semeadura e germinação das sementes. Assim, os produtores não realizam semeadura para evitar perda de sementes. Nas áreas com irrigação, os cultivos estão com bom desenvolvimento inicial. Nas de sequeiro, a emergência é desuniforme e já ocorre morte de plântulas.

Na região de Soledade, a semeadura está paralisada; alguns produtores semearam durante a semana na perspectiva do retorno das chuvas, sob o risco de a semente iniciar a germinação e não ter as condições de umidade para o início do desenvolvimento vegetativo. Na região de Santa Rosa, os agricultores esperam a retomada da umidade para efetivar a semeadura; alguns já o fizeram na expectativa de que houvesse chuva, o que não aconteceu. A baixa umidade do ar e do solo tem impedido a realização da dessecação das áreas que receberão a oleaginosa. Os produtores aproveitam o momento de paralisação dos plantios para intensificar a colheita do trigo e liberar as áreas para a semeadura da soja.

A sequência de dias com tempo seco reduziu a umidade do solo e, em algumas regiões do Estado, já há lavouras de milhho com sintomas de estresse hídrico. O plantio da cultura já chega a 70% a área total estimada. O predomínio de tempo bom, com temperaturas médias entre 13 e 25°C, permitiu a execução das atividades de semeadura do arroz, principalmente em áreas de maior dificuldade de drenagem, que agora se encontram com umidade ideal. O plantio da cultura já atinge 50% da área total estimada. Nas regionais da Emater/RS-Ascar de Frederico Westphalen, Ijuí e Porto Alegre, os plantios da primeira safra de feijão foram concluídos. Na de Frederico Westphalen, 5% das áreas já alcançam a fase de enchimento de grãos. A escassez de chuvas nos últimos dias está prejudicando o desenvolvimento da cultura. Produtores realizam adubação em cobertura, tratamento fúngico e controle de pragas e ervas daninhas.

CULTURA DE INVERNO – TRIGO
Foi aberta oficialmente na última sexta-feira (16/10), em Cruz Alta, a colheita do trigo no Rio Grande do Sul, que já está com mais de 30% da área colhida, e o tempo seco e as altas temperaturas favoreceram a maturação e colaboraram com o avanço da colheita.

A produtividade das lavouras apresenta grande variabilidade devido aos danos causados pelas geadas correlacionados com o período de semeadura, a localização das lavouras e ciclo das cultivares. Nas áreas plantadas mais tarde, a tendência é de redução da produtividade devido à falta de chuvas, que resulta em grãos miúdos e chochos. O trigo tem se apresentado no atual momento como uma boa alternativa entre as culturas de inverno, especialmente quando implantado com vistas a melhorar a fertilidade do solo.

A cultura do trigo, integrada em sistemas de rotação de culturas, contribui efetivamente para a manutenção e melhoria da fertilidade química e física do solo, para o controle de doenças, pragas e plantas daninhas e para uma maior eficiência de maquinário, mão de obra e insumos na propriedade rural, condições fundamentais para a sustentabilidade da agricultura brasileira.

Fonte e foto por: Assessoria de Imprensa Emater/RS-Ascar
Jornalista Taline Schneider